- Cientistas do Equador batizaram uma nova espécie de rã-de-vidro com o nome Nymphargus dajomesae, em homenagem à atleta Neisi Dajomes.
- Dajomes foi a primeira mulher equatoriana a conquistar medalha de ouro olímpica, em Tóquio, em 2021, na categoria até 76 kg, levantando 263 kg.
- A escolha comemora conquistas femininas e reforça a valorização de referências em diferentes áreas.
- A espécie é de anfíbio arborícola típico de florestas tropicais, com área dorsal verde e parte inferior translúcida que revela alguns órgãos.
- Na parte inferior, há uma camada esbranquiçada que recobre órgãos, enquanto outras áreas permanecem transparentes.
Cientistas do Equador nomearam uma nova espécie de rã-de-vidro em homenagem à atleta Neisi Dajomes, a primeira mulher equatoriana a conquistar uma medalha de ouro olímpica. A homenagem ocorreu após o destaque da halterofilista nos Jogos de Tóquio, em 2021, ao erguer 263 kg na categoria até 76 kg.
A descoberta reconhece o feito histórico de Dajomes e celebra referências femininas em diferentes áreas. O estudo, publicado na revista PLOS One, enfatiza a importância de valorizar conquistas das mulheres em ciência e sociedade.
A espécie batizada é Nymphargus dajomesae, integrante de um grupo de anfíbios arborícolas presentes em florestas tropicais. As rãs-de-vidro têm o dorso verde e a região ventral translúcida, que pode revelar órgãos internos.
O animal apresenta parte inferior esbranquiçada que cobre estruturas internas, enquanto outras áreas permanecem transparentes, características típicas do grupo. A nomeação destaca a relação entre esportes e ciência no país.
Sobre a espécie
As rãs-de-vidro são conhecidas pela transparência parcial de seu corpo, o que facilita a visualização de órgãos vitais. A nova espécie amplia o catálogo de anfíbios da região. A homenagem reforça a ideia de que conquistas femininas são inspirações para diferentes áreas do conhecimento.
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