- Nickeil Alexander-Walker falou sobre seu primo Shai Gilgeous‑Alexander, atual MVP da NBA em pauta de podcast.
- Os dois nasceram em Toronto, têm a mesma idade (27 anos) e jogaram juntos no basquete colegial.
- Shai é descrito como calmo em todas as situações, mantendo o foco e confiando no próprio trabalho, conforme relato do primo.
- Nickeil é favorito ao prêmio de jogador que mais evoluiu (MIP) e Shai elogiou a persistência do primo, pedindo apoio à campanha.
- Pela seleção do Canadá, os dois já atuaram juntos há anos e ajudaram o time a conquistar a medalha de bronze na Copa do Mundo de 2023.
Nickeil Alexander-Walker abriu o jogo sobre o primo Shai Gilgeous-Alexander durante participação no podcast The Old Man and The Three. O armador do Hawks destacou a relação próxima entre os dois, que nasceram em Toronto e têm a mesma idade, 27 anos, além de terem jogado junto no basquete colegial.
O convidado explicou que, desde a juventude, Shai já demonstrava uma calibração emocional rara. O atual MVP da NBA mantinha o foco nas adversidades e era fiel ao treino, segundo Nickeil. O primo assistia a vídeos de grandes nomes e buscava incorporar esses fundamentos nos treinamentos.
A conversa tratou ainda de como Shai, hoje craque do Thunder, mantém uma postura serena mesmo diante de pressão. O comentarista aponta que essa constância e disciplina ajudam a sustentar o desempenho ao longo da temporada.
Pelo lado de Nickeil, o tema foi a evolução no basquete. O jogador do Hawks é cotado para o prêmio de Jogador que Mais Evoluiu (MIP), em paralelo à valorização da continuidade de Shai como MVP em potencial para 2025/26. O segundo destaque recai sobre a campanha de Oklahoma City, líder na liga.
Shai e Nickeil mantêm uma forte relação fora das quadras. Mesmo com trajetórias distintas no college — Gilgeous-Alexander em Kentucky e Alexander-Walker em Virginia Tech — a parceria se manteve ao longo da carreira, fortalecendo vínculos familiares e profissionais.
Na seleção canadense, a dupla também atua junto há anos. Em 2023, eles contribuíram para a medalha de bronze na Copa do Mundo, reforçando a defesa de que o vínculo entre os dois segue firme e promissor para o futuro do basquete nacional.
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