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Bird, Magic e Jordan teriam motivos para agradecer ao Oscar

Oscar Schmidt impulsionou a virada brasileira na final de oitenta e sete, abrindo caminho para profissionais na Olimpíada e mudanças no basquete brasileiro

Ícone do basquete brasileiro reescreveu a história do esporte na final do Panamericano de 1987
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  • Oscar Schmidt recusou convite para defender o New Jersey Nets em 1984, antes de as regras permitirem profissionais disputarem as Olimpíadas em 1992.
  • No Panamericano de Indianápolis de 1987, Brasil enfrentou os americanos universitários na final, e Oscar começou a história com cestas de três pontos decisivas.
  • O Brasil venceu por 120 a 115, com Oscar marcando 46 pontos e Marcel contando com 31.
  • A final é vista como marco que ajudou a reescrever a participação de profissionais nas competições internacionais de basquete.
  • Em Barcelona, nos Jogos de 1992, o Dream Team com Bird, Magic e Jordan derrotou o Brasil, consolidando o período e destacando Oscar como figura central da época.

O Brasil venceu os Estados Unidos na final do Panamericano de Indianápolis em 1987, em uma partida histórica. Oscar Schmidt, então jogador da seleção, marcou 46 pontos e foi decisivo para a virada brasileira, que terminou 120 a 115.

A equipe brasileira enfrentou o grupo de universitários norte-americanos, ainda sem jogadores profissionais na época. A vitória ajudou a consolidar a imagem de Oscar como fara- na história do basquete brasileiro, mesmo sem ter ido para a NBA naquela ocasião.

Oscar Schmidt recusou o convite para defender o New Jersey Nets em 1984, por entender que regras impediam atletas profissionais de atuarem pela seleção. A exceção veio apenas nos Jogos Olímpicos de 1992, com o Dream Team.

O jogo e o impacto

Na etapa final, Oscar passou a ser protagonista de lances decisivos, com cestas de três pontos que marcaram o desenrolar do confronto. O Brasil ultrapassou os EUA nos minutos finais, em mais uma atuação emblemática do jogador.

A próxima referência relevante ocorreu na edição de Barcelona 1992, quando o Dream Team impôs 127 a 83 sobre o Brasil, em geral reconhecido como o auge do basquete mundial da época. Oscar, porém, permaneceu como cestinha histórico do Panamericano.

Legado e contexto histórico

O triunfo de 1987 é apontado por muitos como o maior feito brasileiro no esporte desde o tri da Copa de 1970. A atuação de Oscar na final, combinando pontuação e garra, é lembrada como marco que inspirou mudanças nas regras sobre profissionais na seleção.

Ao retornar ao Brasil, Oscar atuou por Corinthians e Flamengo, levando sua marca aos clubes nacionais. Mesmo sem ter jogado na NBA, o desempenho na época reforçou seu status de ícone do basquete brasileiro.

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