- Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em Santana de Parnaíba, região metropolitana de São Paulo; corpo foi cremado à noite, em cerimônia restrita a familiares e amigos, a pedido da esposa Maria Cristina.
- O ex-jogador sofreu parada cardiorrespiratória e foi atendido pelo Corpo de Bombeiros, chegou a ser levado a hospital, mas não resistiu; o corpo permaneceu vestido com a camisa da seleção brasileira de basquete.
- Homenagem ocorreu na Avenida Paulista, onde um telão gigante exibiu reverência a um dos maiores da história do basquete mundial.
- Nascido em Natal e criado em Brasília, Schmidt teve carreira vitoriosa no Brasil e exterior, incluindo título mundial de clubes pelo Sírio em 1979 e vitórias na liga italiana; é segundo maior cestinha da história do basquete, com quarenta e nove mil setecentos e trinta e sete pontos.
- Entre conquistas, destaca-se o ouro no Pan-americano de 1987, vitória sobre os Estados Unidos com 46 pontos na final, além de gols no Estado brasileiro; enfrentou câncer no cérebro em 2011, esteve em remissão e foi incluído no Hall da Fama do basquete em 2013; deixa dois filhos, Felipe e Stefani, e a esposa Cristina.
Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, faleceu nesta sexta-feira, 17 de novembro, aos 68 anos, em Santana de Parnaíba, região metropolitana de São Paulo. A confirmação foi divulgada pela família e pela equipe médica.
O ex-jogador sofreu uma parada cardiorrespiratória ao meio da tarde e foi atendido pelo Corpo de Bombeiros antes de ser levado a um hospital. Ele chegou a receber atendimento no local, mas não resistiu.
Na noite de hoje, o corpo foi cremado. Por pedido da esposa, Maria Cristina, a cerimônia ocorreu apenas para familiares e amigos próximos. O velório teve como destino a cerimônia restrita.
Carreira e legado
Nascido em Natal e criado em Brasília, Schmidt começou no basquete ainda jovem, com passagens pelo Palmeiras e pelo Sírio, onde conquistou o mundial de clubes em 1979. Liderou a liga italiana na atuação europeia e atuou por Corinthians e Flamengo no Brasil.
Ao longo de sua trajetória, foi o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.737 pontos. Defendeu a seleção brasileira em Jogos Olímpicos e Mundiais, chegando a marcar recordes e conquistas expressivas, como o ouro no Pan-Americano de 1987 em Indianapolis.
Homenagem pública
Em São Paulo, uma homenagem foi exibida em telão na Avenida Paulista, com o objetivo de homenagear um dos maiores nomes do basquete mundial. A cerimônia reforça o reconhecimento nacional pela carreira e pelas conquistas de Schmidt.
Sobre a vida pessoal
Schmidt deixa dois filhos, Felipe e Stefani, e a esposa Maria Cristina, com quem manteve relação de quase cinco décadas. Em 2011, ele venceu um câncer no cérebro, após tratamento, anunciou remissão. Em 2013, entrou para o Hall da Fama do basquete mundial.
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