- Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, faleceu aos 68 anos nesta sexta-feira (17), minutos após apresentar mal-estar; ele foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) em Santana do Parnaíba, São Paulo, e sofreu parada cardiorrespiratória.
- O filho, Filipe Schmidt, publicou homenagem nas redes sociais destacando a grandiosidade da carreira e pedindo que o público celebre a vida do ídolo e permita o luto da família.
- Bruno Schmidt, sobrinho e campeão olímpico de vôlei, também prestou tributo, lembrando o quanto o familiar foi referência para sua formação e para a história do esporte no país.
- Oscar Schmidt lutava contra um tumor cerebral há mais de quinze anos; diagnosticado em 2011, realizou diferentes tratamentos e encerrou a quimioterapia em 2022.
- Entre os legados do jogador estão recordes e feitos históricos, como o segundo maior pontuador da história do basquete com 49.703 pontos e o ouro no Pan de 1987; ele integrou o Hall da Fama em vida.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos, após sofrer mal-estar e ser encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) de Santana do Parnaíba, em São Paulo. A unidade confirmou a parada cardiorrespiratória e informou que a equipe médica prestou assistência e acolheu a família durante o momento.
O filho Felipe Schmidt usou as redes sociais para agradecer as mensagens de apoio e destacar a trajetória do pai. Ele descreveu a perda como um vazio e pediu que a família seja respeitada e que a vida de Oscar seja celebrada pela contribuição ao basquete, tanto dentro quanto fora das quadras.
Bruno Schmidt, ex-jogador de vôlei de praia e sobrinho de Oscar, manifestou pesar pela morte. Em mensagem publicada nas redes, ele reconheceu a importância do tio para a formação pessoal e para a história do esporte no Brasil, reforçando que o legado de Oscar permanece na memória.
Carreira de Oscar Schmidt
Conhecido como Mão Santa, Oscar Schmidt teve uma carreira de 25 temporadas como profissional e é o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos. Ele detinha o recorde olímpico de pontuação, com 1.093 pontos, após disputar cinco edições.
Na seleção brasileira, o auge ocorreu no ouro do Pan-americano de 1987, em Indianápolis, ao vencer os Estados Unidos na final. Além disso, conquistou o bronze no Mundial de 1978 e encerrou o ciclo com 7.693 pontos em 326 partidas oficiais entre 1977 e 1996.
O atleta participou de cinco Jogos Olímpicos e, entre seus feitos, destacou-se por atuações memoráveis, como uma partida de 55 pontos contra a Espanha em Seul 1988, recorde do torneio. Ao longo da vida, recebeu reconhecimentos que o consolidaram como uma das maiores referências do esporte brasileiro.
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