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Morre Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro e memória da vitória sobre EUA

Mão Santa, cestinha da vitória sobre os Estados Unidos com 46 pontos, morre aos 68 anos, encerrando trajetória que moldou o basquete brasileiro

Oscar Schmidt foi o cestinha da decisão contra os EUA ao anotar 46 pontos.
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  • Oscar Schmidt morreu aos 68 anos após sofrer mal-estar, confirmado nesta sexta-feira.
  • Conhecido como “Mão Santa”, ele foi cestinha da vitória contra os EUA, ao marcar 46 pontos.
  • Ao longo da carreira atuou no Brasil e no exterior, passando pelo Sírio, Itália e Fórum (Valladolid), entre outros clubes.
  • Foi disputante de cinco Olimpíadas e é o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos de basquete.
  • Após a aposentadoria, tornou-se palestrante e, em 2013, entrou no Hall da Fama do basquete nos Estados Unidos.

Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira aos 68 anos após apresentar mal-estar. A confirmação veio de familiares e de fontes do esporte.

Conhecido como Mão Santa, ele marcou época como cestinha nos momentos decisivos da seleção brasileira e de clubes, destacando-se pelo desempenho ofensivo ao longo de décadas no Brasil, na Itália e na Espanha.

A morte foi anunciada em 17 de abril, em São Paulo, local não informado com detalhes. O motivo foi descrito apenas como mal-estar, sem informações adicionais sobre exames ou causa específica.

Carreira em alto nível

Schmidt iniciou no basquete ainda na adolescência em Brasília, depois de nascer em Natal. Em 1978, já integrava a seleção brasileira e conquistou bronze mundial, com destaque na equipe principal.

A trajetória levou o atleta ao Sírio, onde venceu a Copa William Jones em 1979, e à primeira Olimpíada, em Moscou, em 1980, com o Brasil em quinto lugar. Sua passagem pela Itália consolidou a reputação internacional.

Na temporada de 1987, ficou marcado pela vitória contra a equipe universitária dos EUA, com 46 pontos, na Ligas Pan-Americanas, e repetiu proeminência em Olimpíadas subsequentes. A carreira europeia também incluiu o Fórum, da Espanha, e clubes no Japão e no Brasil.

Retrospectiva e legado

De volta ao Brasil, defendeu Corinthians, Flamengo e outros times, permanecendo como maior cestinha da história das Olimpíadas ao atuar em Atlanta 1996. Ao encerrar a carreira em 2003, continuou ativo no esporte como palestrante e em ações de divulgação.

Em 2013, Schmidt entrou para o Hall da Fama do basquete em Springfield, EUA, reconhecendo o impacto de sua carreira no cenário internacional. Ao longo dos anos, recebeu várias premiações e manteve forte presença mediática.

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