- Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira, 17, após sofrer mal-estar em casa; ele foi internado, mas não resistiu.
- O atleta, conhecido como “Mão Santa”, foi integrante do Hall da Fama do basquete, em Springfield, Massachusetts, nos Estados Unidos, desde 2013.
- Na ocasião da admissão, houve um vídeo emocionante com apadrinhamento de Larry Bird e um discurso marcante de Schmidt.
- Em agradecimento, ele citou a família e treinadores, lembrando a vitória de 87 contra os americanos em casa deles.
Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, faleceu nesta sexta-feira (17) após sofrer um mal-estar em casa. Ele foi levado para atendimento médico, mas não resistiu. Conhecido como Mão Santa, ajudou a projetar o basquete brasileiro no cenário mundial.
Em 2013, Schmidt vibrou ao entrar no Hall da Fama do basquete, em Springfield, nos Estados Unidos. A cerimônia ficou marcada por um vídeo emocionante apadrinhado por Larry Bird, que elogiou Schmidt como um dos melhores de todos os tempos.
Discursos do evento destacaram a trajetória de Schmidt, que agradeceu à família e aos profissionais que o acompanhavam. Entre os agradecimentos, citou o apoio de Marcel, que jogou ao seu lado em Indianápolis, e de coaches como Boscha, Claudio Mortari e Ary Vidal.
Hall da Fama e lembranças
O Hall da Fama ressaltou a importância de Schmidt para o esporte, destacando a carreira internacional e as vitórias que inspiraram jovens atletas.
Schmidt ficou conhecido por sua longevidade e pelo impacto fora das quadras, ajudando a popularizar o basquete brasileiro no cenário global.
Entre os momentos lembrados, está a vitória de 87, quando o time brasileiro enfrentou os Estados Unidos em casa, reconhecida como marca histórica para o esporte no país.
A comunidade esportiva expressa pesar pela perda de uma lenda, cuja atuação ajudou a elevar o basquete brasileiro a patamares internacionais. O legado de Schmidt permanece vivo através de suas conquistas e inspirações.
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