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Oscar Schmidt odeia o apelido ‘Mão Santa’ e diz que não há milagre no basquete

Morre aos 68 anos, em São Paulo, o ícone do basquete Oscar Schmidt, que rejeitava o apelido 'Mão Santa' e lutou contra tumor cerebral

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  • Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, nesta sexta-feira, 17, em São Paulo; ele foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) em Santana do Parnaíba, mas não resistiu.
  • O ex-jogador explicava, em documentário, que não gostava do apelido “Mão Santa”, dizendo que no basquete não há milagre e que o sucesso depende de treino.
  • Chamado de “Mão Santa” pela habilidade, Oscar preferia o rótulo de “Mão Treinada” por destacar o trabalho árduo e a dedicação.
  • Na carreira, ele somou 49.737 pontos, tornando-se o segundo maior pontuador da história do basquete, atrás apenas de LeBron James; foi cestinha 50 vezes em competições profissionais.
  • Entre os feitos, destacam-se três Olimpíadas (1988, 1992, 1996), um Mundial (1990) e diversos títulos nacionais e continentais; o velório será reservado a familiares e amigos.

Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro e mundial, morreu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos, em São Paulo. Ele passou mal e foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba, mas não resistiu.

Em documentário gravado em 2023, o ex-jogador explicou o motivo de não gostar do apelido Mão Santa. Ao falar com jovens atletas, ele questionou a ideia de mão mágica e ressaltou que não há milagre no basquete; o treino e a dedicação definem o desempenho.

O legado de Oscar é destacado pela carreira recheada de marcas: 49.737 pontos, segundo maior pontuador da história do basquete, atrás apenas de LeBron James. Ao longo da carreira, ele foi cestinha por 50 ocasiões em competições profissionais.

Entre os feitos, estão três participações olímpicas (1988, 1992 e 1996) e o título mundial de 1990, além de múltiplos títulos nacionais e continentais. Esses resultados reforçam a posição de Oscar Schmidt como referência do esporte no Brasil e no mundo.

Morte e desdobramentos

O anúncio da passagem de Oscar Schmidt foi feito pela família, que destacou a luta do ex-jogador contra um tumor cerebral ao longo de mais de 15 anos. A nota transmitiu pesar e ressaltou a atuação humana e esportiva do atleta.

O velório ficará restrito a familiares e amigos, segundo informações divulgadas pela família. O corpo deve permanecer em Brasília, onde ocorrerão as cerimônias reservadas aos mais próximos. A confirmação de outros detalhes será compartilhada pelas autoridades competentes.

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