- A família do falecido dono dos Padres, Peter Seidler, está próxima de vender a equipe, conforme apurado pela Associated Press.
- O negócio seria com o bilionário José E. Feliciano e a esposa, Kwanza Jones, segundo o Wall Street Journal.
- O preço estimado é de 3,9 bilhões de dólares, marca histórica para um time da Major League Baseball.
- Feliciano é cofundador da Clearlake Capital, firma de private equity, sediada na Califórnia.
- Os Padres são a única franquia de San Diego nas quatro principais ligas norte-americanas, com alta participação de torcedores no Petco Park.
Os filhos do falecido empresário Peter Seidler estão próximos de vender o time San Diego Padres, segundo pessoas envolvidas nas negociações. A informação foi confirmada à Associated Press sob condição de anonimato, já que o clube não comenta o processo publicamente.
O Wall Street Journal revelou que a transação deve ocorrer com o bilionário de private equity Jose E. Feliciano e sua esposa Kwanza Jones. O negócio é estimado em 3,9 bilhões de dólares, um recorde no beisebol da Major League Baseball.
A família Seidler iniciou a avaliação da venda no ano passado, dois anos após a morte de Peter Seidler. O irmão dele, John Seidler, atua como presidente do San Diego Padres desde então.
Peter Seidler integrou o grupo que adquiriu o clube em 2012 e tornou-se proprietário principal em 2020. Sob sua gestão, a equipe manteve uma postura de investimento agressivo para buscar o título, com o gerente A.J. Preller conduzindo elencos que chegaram aos playoffs em quatro das últimas seis temporadas.
O Padres é a franquia de San Diego presente nas quatro principais ligas esportivas norte-americanas, o que reforça o valor de mercado do time e a base de torcedores na cidade. O Petco Park tem atraído recordes de público nas três últimas temporadas, chegando a 3,437 milhões de espectadores no último ano.
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Feliciano nasceu em Porto Rico, estudou em Princeton e Stanford, e co-fundou a Clearlake Capital, firma de private equity com atuação global. Em 2022, participou da compra do Chelsea Futebol Clube, da Inglaterra, integrando um grupo que contou com Todd Boehly na presidência.
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