- O New York Mets tem recorde de 10-21, a pior liga na temporada, após derrota por 5 a 4 para o Washington Nationals em abril.
- Eles ocupam a última posição da Liga Nacional East e tiveram queda nas chances de playoff, de 87% no Dia de Abertura para menos de três em dez atualmente.
- O time é o segundo maior orçamento da MLB, com cerca de US$ 380 milhões, sob a direção do bilionário dono Steve Cohen.
- Diversas contratações caras não entregaram desempenho esperado, incluindo Bo Bichette, Marcus Semien e Jorge Polanco; ofensiva é a pior por média de OBP entre as equipes.
- O gerente geral David Stearns é questionado após apostas malsucedidas, enquanto alguns jovens como Nolan McLean dão sinais promissores no longo prazo.
Os Mets deram início a uma temporada marcada por derrota após derrota. O time perdeu por 5-4 para o Washington Nationals na última quinta, encerrando abril com 10-21 e na lanterna da Liga Nacional Leste. A postura do elenco ficou evidente: rendimento baixo no ataque e falhas defensivas.
A agenda financeira da franquia complica a análise. Sob a propriedade de Steve Cohen, os Mets têm o segundo maior salário da MLB, estimado em cerca de 380 milhões de dólares. Mesmo com os holofotes de contratações bilionárias, o desempenho não corresponde ao investimento.
O que realmente mudou para o clube nesta temporada? Os números apontam ofensiva fraca, com a pior produção por OBP entre as ligas. Destaques surgiram, como Juan Soto, mas problemas de elenco persistem. Entre veteranos caros e promessas jovens, poucos conseguiram entregar consistência.
Quem carrega a responsabilidade direta? O gerente geral David Stearns, responsável pelo planejamento de elenco, viu parte de suas escolhas falharem. A equipe aposta em jovens como Carson Benge e Nolan McLean, ao lado de estrelas contratadas, para reverter o cenário.
Dados de abril mostram ainda que o Mets perdeu 17 dos últimos 20 jogos. A equipe chegou a manter esperanças de playoffs no dia de abertura, mas a projeção de FanGraphs caiu de 87% para menos de 30%. A situação gera questionamentos sobre a estratégia de investimentos.
Apesar de avanços no sistema de farmácias e de peças como Soto, a equipe não conseguiu traduzir esse potencial em vitórias. A temporada já aponta para uma trajetória de menos de 162 jogos, com necessidade de ajuste rápido no elenco.
A defesa e a ofensiva são apontadas como áreas prioritárias. A frustração dos torcedores aumenta conforme o time fica mais distante de outubro. A direção pode enfrentar mudanças de gestão caso o desempenho não melhore nas próximas semanas.
A dupla de liderança do clube, Mendoza e Stearns, permanece sob escrutínio. A gestão estudará alternativas para equilibrar o orçamento com o retorno esportivo, buscando uma recuperação que justifique o investimento bilionário feito desde 2020.
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