- Os Titans reforçaram a função de receptor com Carnell Tate e Wan’Dale Robinson, o que gera dúvidas sobre o papel de Calvin Ridley.
- O novo coordenador Brian Daboll elogiou Ridley, destacando relação antiga desde os tempos de Alabama e reconhecendo sua importância como jogador e colega.
- Ridley teve a campanha de 2026 curta por lesões e criticar com quedas; articulou 303 jardas em 17 recepções, sem touchdowns, em sete jogos, e não teve bom encaixe com Cam Ward devido a lesões.
- Ridley aceitou uma redução de contrato de 8,75 milhões de dólares em março, com incentivos para recuperar parte do dinheiro.
- Com Tate e Robinson no topo do depth chart e jovens como Elic Ayomanor e Chimere Dike buscando minutos, ainda não está claro qual será o papel de Ridley em 2026.
O Tennessee Titans reforçou a posição de wide receivers neste offseason com as chegadas de Carnell Tate e Wan’Dale Robinson, elevando a concorrência na posição. As mudanças colocam em foco a continuidade de Calvin Ridley no elenco.
Brian Daboll, novo coordenador ofensivo, comentou publicamente sobre Ridley após o período de drafts e aquisições. A relação do técnico com o jogador remonta aos tempos de Alabama, o que alimenta a especulação sobre o papel de Ridley em 2026.
Ridley teve a campanha de 2026 impactada por lesões e quedas de rendimento, contabilizando 303 jardas em 17 recepções, sem TD em sete jogos. A expectativa por uma recuperação ainda é tema de análise entre torcedores e especialistas.
Em março, Ridley aceitou reduzir seu salário em 8,75 milhões de dólares para permanecer em Tennessee, com incentivos adicionais. A mudança visa manter a química com Daboll, ao mesmo tempo em que Tate e Robinson ocupam posições de destaque.
Com Tate e Robinson no grupo principal, jovens como Elic Ayomanor e Chimere Dike buscam espaço na rotação. A dúvida persiste sobre qual será o papel de Ridley na temporada de 2026, dado o estágio de desenvolvimento do conjunto de wide receivers.
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