- Brasília Basquete encara o Flamengo nesta quarta-feira, 13 de maio, às 20h30, no Ginásio Nilson Nelson, pela quarta partida das quartas de final do NBB, com a série em 2 a 1 para o Flamengo.
- Uma vitória garante a vaga na semifinal, encerrando jejum de 10 anos sem chegar àquelas fases dos playoffs.
- Rafael Paulichi, ala-pivô do Brasília, tem médias de 11,3 pontos e 5,9 rebotes por jogo e foi decisive no game-winner das oitavas contra o Caxias do Sul.
- Paulichi relembrou a trajetória desde a base até alcançar o status de jogador de uma franquia tricampeã do NBB.
- A torcida tem sido fundamental, com mais fãs lotando o Nilson Nelson para apoiar o Brasília.
O Brasília Basquete recebe o Flamengo nesta quarta-feira (13/5), às 20h30, no Ginásio Nilson Nelson, em jogo 4 das quartas de final do NBB. A série está 2 a 1 para o Flamengo, e uma vitória coloca o Brasília na semifinal.
A partida é decisiva para encerrar um jejum de 10 anos sem o time do Distrito Federal chegar às semis. O confronto define quem avança para a série melhor de cinco com vantagem no placar agregado.
Os ingressos já estão à venda pelo aplicativo do Brasília Basquete, que busca lotar o Nilson Nelson para apoiar o elenco na busca pela classificação.
Histórico recente e protagonismo do elenco
Rafael Paulichi, ala-pivô de 2,02 m, é destaque do Brasília neste mata-mata, com médias de 11,3 pontos e 5,9 rebotes por jogo. Ele conduziu o atualizing com um ponto decisivo nas oitavas contra o Caxias do Sul.
Em 2016, Paulichi tinha 18 anos e ainda não imaginava fazer parte de uma franquia tricampeã do NBB. Hoje, ele reforça a importância histórica do Brasília e a evolução do clube ao longo dos anos.
O atleta também elogia a torcida e a estrutura do Brasília, destacando a qualidade do Nilson Nelson e o aumento do apoio nas últimas partidas. O Canadense elogia o crescimento do nível do NBB.
Paulichi comenta que, após a Olimpíada de Paris de 2024, o basquete brasileiro cresce e ganha espaço entre as principais equipes do mundo. Ele mantém o sonho de conquistar o título nacional com o Brasília.
Observa-se, ainda, que o time busca manter o foco para o jogo decisivo, reconhecendo a competitividade do Flamengo e a importância de manter o ritmo ao longo dos 40 minutos de partida.
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