- A NCAA recomendou que o futebol de flag passe a ter campeonato da instituição, com a primeira edição prevista para a primavera de 2028, abrangendo as Divisões I, II e III.
- A medida é para o programa Emerging Sports for Women, que busca ampliar participação e oportunidades competitivas para esportes femininos na NCAA.
- Mais de 100 instituições devem competir no próximo ano letivo; são necessárias 40 escolas para patrocinar a modalidade no nível varsity para avançar o processo.
- O cronograma prevê:
- até 1º de julho, cada divisão pode apresentar propostas;
- votação entre as divisões em janeiro de 2027;
- criação do Comitê de Futebol Feminino de Flag da NCAA em janeiro de 2027.
- RCX Sports e USA Football apoiam a iniciativa, que acompanha o crescimento do futebol feminino e o possível caminho para o esporte evoluir até o cenário olímpico, já com passos na universidade e no Congresso.
A Comissão da NCAA recomendou formalmente que o flag football passe a ser um campeonato sancionado pela instituição. A primeira edição do National Collegiate Flag Football Championship está prevista para ocorrer na primavera de 2028, caso a proposta seja aprovada pelas três divisões da NCAA.
O Curso sobre Acesso, Oportunidade e Impacto votou, em reunião de primavera, pela sponsorização de legislação para incluir o flag football feminino como campeonato da NCAA. O comitê administra o programa Emerging Sports for Women, que busca ampliar participação e oportunidades competitivas.
RCX Sports e USA Football apresentaram a candidatura do esporte ao programa ainda neste início de ano. O flag football foi incorporado ao programa na Convenção da NCAA de 2026, fortalecendo o ritmo de crescimento da modalidade.
O progresso do movimento é destacado pelos organizadores. O fundador da RCX Sports, Izell Reese, aponta crescimento extraordinário do futebol feminino e ressalta que a parceria com a NCAA, a NFL e líderes escolares visa ampliar oportunidades e trajetórias sustentáveis.
A USA Football reforça que a evolução do esporte contribui para o desenvolvimento de talentos e para o objetivo de uma eventual participação olímpica em 2028. A entidade cita a ligação entre o aumento de programas e o fortalecimento da base de atletas.
O comitê lembrou que, para avançar, é preciso que pelo menos 40 escolas patrocinem o flag football em nível universitário e cumpram requisitos mínimos de competição e participação. Atualmente, mais de 100 instituições devem competir no próximo ano letivo.
As instituições com patrocínio já mostram movimento. Brian Flinn, da NFL, afirma que a expansão para as três divisões da NCAA estruturalmente amplia oportunidades e sustenta o caminho rumo a competições de campeonato.
Etapas previstas incluem revisão da recomendação por cada divisão até 1º de julho, possível apresentação de propostas e votação em janeiro de 2027. Se aprovadas, as três divisões devem aprovar a legislação para criar o campeonato.
Além disso, está prevista a criação de um Comitê de Flag Football Feminino da NCAA, com início das atividades em janeiro de 2027. Caso tudo siga o cronograma, o primeiro campeonato ocorrerá na primavera de 2028.
A atleta Akeylah James, de Winston-Salem State, celebra o avanço, destacando a origem humilde do movimento e a possibilidade de novas gerações disputarem espaço na NCAA e além. Ela ressalta que o caminho começou na conferência regional e pode se expandir.
Caso aprovada, a inclusão do flag football ampliará a oferta de esportes femininos da NCAA, consolidando-se entre outras modalidades já reconhecidas pelo programa Emerging Sports for Women. A iniciativa faz parte de uma tendência de crescimento geral do esporte universitário.
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