- Com oito voltas para o fim, acidente de Caio Collet na saída da curva 2 levou à bandeira vermelha, paralisando a corrida e alterando a definição de vitória.
- Antes da interrupção, Felix Rosenqvist assumira a liderança com quinze voltas restantes, após duelo com Pato O’Ward; Mick Schumacher chegou a passar, influenciando o andamento da prova.
- A batida mudou a dinâmica da prova ao deslocar o foco para a gestão de combustível entre os ponteiros, que vinham trocando de posição com frequência.
- A paralisação proporcionou às equipes a chance de ajustar estratégias; a ordem interna indicou aceleração máxima na relargada para as voltas finais.
- A batida encerrou a participação de Caio Collet na Indy 500 de 2026, com a direção da prova realizando a limpeza da pista antes da retomada.
Caio Collet se envolveu em um acidente na saída da curva 2 da Indy 500 de 2026, a oito voltas do fim, levando a direção a acionar a bandeira amarela e, na sequência, a vermelha. A paralisação interrompeu a disputa pela vitória, que passava a depender da estratégia de consumo de combustível.
Antes do incidente, a briga pela ponta era intensa, com trocas constantes. Restando 15 voltas, Felix Rosenqvist assumiu o comando ao superar Pato O’Ward. Aos 12 giros para o fim, Mick Schumacher passou os dois, ajudando Rosenqvist a manter a velocidade usando o vácuo do rival.
A batida de Collet encerrou a participação do brasileiro na prova, com dificuldade para deixar o carro após o choque contra o muro externo. A direção do Indianapolis Motor Speedway optou pela paralisação total para limpar detritos e remover o veículo.
Impacto na estratégia e situação dos líderes
Com a bandeira vermelha, as equipes redefiniram os planos para as voltas finais. Mike Shank afirmou que Rosenqvist, líder, e Marcus Armstrong, em posição de terceiro, não precisam mais poupar etanol na relargada, recebendo ordem de aceleração máxima.
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