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Relembre a final da NBA de 1999 entre Knicks e Spurs

Spurs vencem Knicks por 4 a 1 na final de 1999, com Tim Duncan MVP, em meio a lockout que encurtou a temporada e ao fim da era Bulls

Jogo 3 das finais de 1999 entre Knicks e Spurs, no Madison Square Garden (Foto: Reprodução / New York Knicks)
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  • O San Antonio Spurs venceu o New York Knicks por 4 a 1 na final de 1999, com Tim Duncan em destaque (média de 21,7 pontos e 11,4 rebotes por jogo) e David Robinson contribuindo; Duncan ficou em terceiro na votação de MVP e integrou o All‑NBA First Team.
  • Sob o comando de Gregg Popovich, o Spurs teve a melhor campanha da Conferência Oeste (37 vitórias e 13 derrotas) e contou com as chegadas de Mario Elie e Steve Kerr para reforço do elenco.
  • O Knicks, treinado por Jeff Van Gundy, terminou a temporada regular em oitavo no Leste; Patrick Ewing ficou fora por lesão no tendão de Aquiles, mas a equipe avançou aos playoffs e eliminou Heat, Hawks e Pacers para chegar à final.
  • Nas finais, Allan Houston atuou como principal cestinha do Knicks, com destaques em jogos difíceis, enquanto a equipe enfrentou dificuldades generalizadas contra o Spurs.
  • A vitória do Spurs veio com o arremesso decisivo de Avery Johnson no quinto jogo, realizado no Madison Square Garden; foi o primeiro título da história do Spurs, que repetiu a participação em finais nos anos seguintes.

O Spurs venceu o Knicks por 4 a 1 na final da NBA de 1999, com atuação destacada de Tim Duncan, veteranos e a orientação de Gregg Popovich. A série ocorreu em meio à temporada encurtada, no contexto de um lockout que impactou jogos e calendário.

Com Tim Duncan evoluindo no segundo ano, ao lado de David Robinson, o Spurs terminou a temporada regular na liderança da Conferência Oeste, com 37 vitórias e 13 derrotas. A equipe reforçou o elenco com Mario Elie e Steve Kerr.

Duncan teve médias de 21,7 pontos e 11,4 rebotes por jogo, foi eleito para o All-NBA First Team e integrou o time defensivo ideal. Robinson manteve duplas populares de pontuação e rebotes, fortalecendo o quinteto titular.

Contexto da temporada

Naquele ano, a liga enfrentou um lockout de 204 dias, reduzindo a temporada a 50 jogos. O desfecho gráfico foi um cenário competitivo de reconstrução após a aposentadoria de Michael Jordan e a dissolução do Bulls tricampeão.

O Knicks, por sua vez, teve campanha irregular. Sob comando de Jeff Van Gundy, o elenco incluía Patrick Ewing, Latrell Sprewell e Allan Houston, mas enfrentou problemas de lesão e desempenho, terminando em oitavo no Leste e lutando pela continuidade nos playoffs.

Houston destacou-se nos playoffs da equipe nova-iorquina, marcando 34 pontos no terceiro jogo da final de conferência contra o Pacers. Mesmo sem Ewing, o Knicks avançou para a final da NBA ao vencer o Pacers por 4 a 2.

Protagonistas e desfecho

Na final, o Knicks perdeu Ewing por lesão no tendão de Aquiles durante a série, o que minou as opções internas contra o Spurs. Sprewell manteve média de 26 pontos por jogo, mas o time não conseguiu superar o ataque de San Antonio.

O jogo decisivo da final terminou com a cesta decisiva de Avery Johnson, aos 0,8 segundos, em 78 a 77 no Madison Square Garden. Tim Duncan dominou com 27,4 pontos por jogo e levou o MVP das finais.

O Spurs tornou-se o primeiro campeão da história da NBA vindo da ABA na era moderna, abrindo caminho para mais títulos nos anos seguintes (2003, 2005, 2007, 2014). O Knicks, por outro lado, não voltou a disputar uma final desde então.

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