- Kaleb Johnson, escolha de terceira rodada dos Steelers em 2025, busca provar que não é bust após temporada de estreia difícil.
- No ano 1, atuou em 10 jogos, teve 28 corridas para 69 jardas e recebeu uma bola para 9 jardas; não superou 11 snaps ofensivos em nenhum jogo.
- O momento mais marcante foi a crampa mental no kickoff return na semana dois contra Seattle, quando o lance resultou em touchdown adversário.
- Foi retirado das funções de retorno de kickoff e não voltou a jogar em special teams; deixou de aparecer após a semana 15.
- A equipe fez mudanças no ataque: Kenneth Gainwell foi para a free agency, e Rico Dowdle, Jaylen Warren, Eli Heidenreich, Travis Homer e Kaden Wetjen chegaram para compor o grupo, o que pode limitar o tempo de jogo de Johnson em 2026; o jovem running back foca em camp e preseason para conquistar um papel.
Kaleb Johnson, running back do Pittsburgh Steelers, tenta provar que não é um bust após uma temporada de estreia irregular. O objetivo é evoluir no ano 2, aprendendo com os tropeços do primeiro ciclo profissional.
O romance do rookie em 2024 teve momentos de dificuldade, com destaque para um return de kickoff na semana 2 contra Seattle que resultou em touchdown dos Seahawks. Johnson admite ter vivido um momento abaixo do esperado, mas prefere encarar como aprendizado.
Sob a batuta de Mike Tomlin, Johnson não recebeu muitas oportunidades para retomar o ritmo após o erro. Em 10 jogos, teve 28 corridas para 69 jardas e recebeu uma bola para 9 jardas em duas tentativas, sem snaps ofensivos acima de 11 em uma partida e ficou de fora após a semana 15.
Para o segundo ano, a prioridade é trabalhar em melhorias constantes e manter o foco no aspecto técnico, conforme afirmou o atleta durante minicampo na semana passada. A ideia é amadurecer o jogo de corrida e se colocar à disposição do técnico.
As mudanças no grupo de running backs sinalizam que Johnson precisa provar seu valor. Com a saída de Kenneth Gainwell na free agency, os Steelers contrataram Rico Dowdle e destacaram Jaylen Warren para dividir fardos. Eli Heidenreich foi draftado no sétimo, e Travis Homer chegou para reforçar recebimento e retorno.
A avaliação interna dos Steelers, sob a nova gestão, aponta que Johnson ainda tem espaço para evoluir, especialmente caso não assuma funções de retorno com a chegada de Wetjen e de outros reforços. A efetivação de Johnson depende de boa atuação na pré-temporada.
Ainda que tenha desencorajado o passado, Johnson não pode depender apenas de oportunidades menores. O time reduzirá o risco de ficar sem jogadores atuantes nos dias de jogo se ele demonstrar capacidade de contribuir com o elenco no meio-campo e no special teams.
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