- Spencer Strider, arremessador do Atlanta Braves, teve destaque recente: vice-campeão de Novato da Liga Nacional em 2022 e líder em vitórias e strikeouts em 2023, além de integrar o All-MLB na primeira equipe.
- Fora de campo, ele é vegano desde 2019, relacionado a questões éticas e ambientais, e atribui boa parte de seu mindset ao treinador Tommy Pharr, de sua escola.
- Strider já abriu espaço para discussões políticas e sociais, apoia Bernie Sanders e participou de ações de Pride Night dos Braves, defendendo o combate à homofobia e ao racismo.
- O atleta vem lidando com lesões, não tendo atuado em todas as temporadas desde 2023, e deve enfrentar mais uma longa recuperação em 2026.
- Além do beisebol, gosta de música e toca guitarra; mantém relação próxima com músicos de Trash Panda, como Patrick Taylor, e ressalta a importância de flexibilidade estratégica na MLB.
Spencer Strider, pitcher do Atlanta Braves, tem sido tanto notado por seu talento quanto pela vida fora do campo. Em 2022 ficou em segundo lugar no NL Rookie of the Year, e em 2023 liderou a liga em vitórias e strikeouts, entrando na All-MLB first team. Ainda assim, o que o diferencia é o posicionamento público sobre temas sociais.
O atleta, que nos últimos anos tem lidado com lesões, atribui boa parte de sua mentalidade a um antigo treinador do seu ensino médio. O professor é apontado por Strider como influente na busca por conhecimento contínuo, inclusive fora do esporte.
Vida fora do campo
O veganismo de Strider começou em 2019, durante a recuperação de uma cirurgia no ombro. Ele relata que a pressão arterial elevada, tratada na época, motivou a mudança, que coincidiu com preocupações éticas e ambientais. Em duas semanas, deixou de tomar medicação.
Além da dieta, Strider defende que mudanças comerciais na indústria de carne podem melhorar o impacto ambiental. Ele vê o veganismo como uma opção entre várias formas de abordar questões éticas e ambientais.
Política e advocacy
Strider admira o ex-candidato presidencial Bernie Sanders, o que o coloca em posição incomum entre atletas de beisebol, esporte tradicionalmente conservador. Mesmo assim, ele evita generalizações sobre a política dos colegas, destacando a diversidade de personalidades no clube.
O pitcher participou de eventos ligados à causa LGBTQ+ e defendeu a importância de reconhecer e enfrentar preconceitos. Em entrevistas, ele afirmou que homofobia, racismo e sexismo são estruturas históricas que devem desaparecer.
Atividades fora do esporte
Além de política e ética, Strider é apaixonado por música. Toca guitarra desde a adolescência e curte bandas indie e rock alternativo. Ele mantém relações próximas com músicos, incluindo integrantes de uma banda chamada Trash Panda, cuja amizade ele descreve como enriquecedora.
No campo, Strider acompanha as mudanças da MLB, como os relógios de arremesso e o sistema de strike automatizado. O atleta avalia que as regras ainda podem evoluir para permitir estratégias mais diversas.
Desafios atuais
Apesar de o Braves liderar a Liga Nacional e manter um dos melhores aproveitamentos da liga, Strider deve passar por novo período de recuperação por lesão. Em declarações, ele sugeriu manter foco no longo prazo e não se definir por momentos isolados da carreira.
A equipe de Atlanta aguarda retorno do jogador, com expectativa de manter performance forte e equilíbrio entre preparo físico, táticas de jogo e bem-estar fora das partidas.
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