- Davi Belfort, 21 anos, anunciou a troca de posição no futebol americano da James Madison University, deixando o quarterback para atuar como wide receiver.
- A mudança foi feita para aumentar as chances de chegar à NFL, conforme explicou em vídeo divulgado nas redes sociais.
- A decisão ocorreu após reunião com a comissão técnica, familiares e mentores, como parte de um planejamento de longo prazo.
- Belfort ainda tem três anos de elegibilidade no College Football e pretende seguir na busca pela NFL, seja pelo Draft ou em um training camp.
- A transição envolve a percepção de que há mais vagas para wide receivers nas equipes da NFL, favorecendo oportunidades de espaço no elenco.
Davi Belfort, jogador brasileiro de futebol americano, anunciou neste sábado uma mudança na sua trajetória na James Madison University (JMU): ele deixará a posição de quarterback para atuar como wide receiver. A decisão tem o objetivo de ampliar as chances de chegar à NFL, segundo o próprio atleta.
A decisão foi tomada após discussão com a comissão técnica, familiares e mentores. Belfort explicou que, apesar de ter uma boa expectativa para a vaga de titular como quarterback, a troca representa um planejamento de longo prazo para atingir o objetivo de atuar na NFL.
Aos 21 anos, Belfort tem três anos de elegibilidade restantes no College Football. A mudança de posição ocorre em meio ao entendimento de que a função de wide receiver costuma oferecer mais oportunidades em equipes da NFL, onde o elenco é composto por mais recebedores.
Por que a mudança
A posição de quarterback é vista como o comando do ataque, enquanto o wide receiver recebe os lances e pode ter maior rotatividade de vagas. Na NFL, há espaço para mais recebedores do que para quarterbacks, o que favorece a transição proposta pelo jogador.
Belfort busca avançar no caminho até a NFL por meio do Draft ou de oportunidades em training camps de franquias. Ele permanece confiante de que a mudança, aliada ao trabalho contínuo, pode viabilizar a carreira profissional nos próximos anos.
A James Madison, universidade onde atua, já apoia a adaptação tática do jogador, que planeja seguir treinando e disputando jogos universitários durante as três temporadas restantes de elegibilidade. A notícia reforça a busca brasileira por espaço em ligas profissionais norte-americanas.
Entre na conversa da comunidade