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VP da WTorre critica veto à cerveja em estádios e prevê liberação em 2026

Executivo aponta impacto econômico positivo com a liberação da cerveja em estádios e aposta em aprovação ainda em 2026, em meio a debate regulatório.

Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, em entrevista ao CNN Esportes S/A
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  • Marcelo Frazão, vice‑presidente da WTorre, criticou a proibição de venda de cerveja em estádios de São Paulo e a demora para liberação, prevista para 2026.
  • Em entrevista ao CNN Esportes S/A, ele destacou impactos econômicos positivos e dados que apontam benefício ao consumo dentro das arenas.
  • O executivo afirmou que o tema já está em discussão na Câmara, com audiências públicas anteriores, e que a aprovação pode avançar ainda neste ano, com a liberação em 2026.
  • Segundo Frazão, a liberação pode reduzir desigualdades competitivas entre clubes de estados e aumentar receitas com alimentos e bebidas.
  • Ele citou exemplos positivos de outras regiões, como Minas Gerais e o Maracanã, onde a cerveja já foi liberada, fortalecendo o setor.

Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, criticou a proibição de venda de bebidas alcoólicas em estádios de São Paulo e indicou que a liberação pode ocorrer já em 2026, após tramitar com o poder público e considerar exemplos de outras regiões. A declaração foi feita durante o programa CNN Esportes S/A, no domingo (22).

O dirigente argumentou que a restrição atual não faz sentido do ponto de vista econômico e ressaltou que o consumo dentro das arenas integra o modelo de negócios praticado em mercados internacionais. Segundo ele, o fluxo de público após o jogo contribui para receitas de alimentos e bebidas.

Frazão apontou que a liberação pode reduzir desigualdades competitivas entre clubes de diferentes estados, citando o potencial de patrocínio e receitas adicionais geradas pela venda de cerveja durante eventos. O executivo destacou que arenas com esse sistema tendem a atrair maior movimento de público.

Impacto econômico

Para o executivo, a venda de bebidas alcoólicas é parte relevante do desempenho financeiro das arenas, com benefícios além do jogo. Ele mencionou que, em estádios de referência, muitos torcedores prosseguem consumindo após a bola parar, o que amplia receitas em alimentação, bebidas e serviços.

O dirigente também ressaltou que a experiência em outros estados, como Minas Gerais e no Rio de Janeiro, já sinalizou impactos positivos com a volta da cerveja em jogos. Dados operacionais indicam maior circulação de público e redução de problemas em vias de acesso aos estádios.

Exemplos positivos

Frazão citou experiências anteriores na gestão de grandes estádios como o Maracanã, onde houve retorno da venda de bebidas. Ele apontou que esse histórico de sucesso serve como referência para possíveis mudanças regulatórias em São Paulo, fortalecendo o argumento pela liberalização.

Ele ainda destacou que a atuação de várias arenas no país pode enriquecer o debate regulatório, ao ampliar o conjunto de referências de mercado. A visão é de que um ecossistema com múltiplos estádios tende a favorecer a construção de condições de negócio mais eficientes.

Luta conjunta

O executivo ressaltou que a presença de diversas arenas fortalece o diálogo entre setor privado e poder público, ampliando o espaço para acordos regulatórios. A WTorre enxerga o mercado de estádios como uma oportunidade de crescimento conjunto, com ganhos para clubes, patrocinadores e público.

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