O ex-goleiro Magrão, ídolo do Sport, esteve presente na Ilha do Retiro durante a derrota do time para o Fortaleza. Com 47 anos, Magrão é o maior vencedor da história do clube, acumulando 10 títulos e 731 jogos ao longo de 14 anos de carreira. Em entrevista ao quadro Carona do GE, ele relembrou tentativas […]
O ex-goleiro Magrão, ídolo do Sport, esteve presente na Ilha do Retiro durante a derrota do time para o Fortaleza. Com 47 anos, Magrão é o maior vencedor da história do clube, acumulando 10 títulos e 731 jogos ao longo de 14 anos de carreira. Em entrevista ao quadro Carona do GE, ele relembrou tentativas de transferência para o Santos e Internacional, que quase mudaram seu destino.
A primeira investida do Santos ocorreu em 2009, quando o técnico Vágner Mancini demonstrou interesse em contar com Magrão. Após uma partida entre as equipes, Mancini conversou com o goleiro, mas as negociações não avançaram devido a um pedido financeiro elevado do empresário. Magrão recusou a ideia de forçar sua saída, afirmando: “Não, não vou fazer isso.”
No final de 2009, o Santos voltou a contatar Magrão, que havia renovado seu contrato com o Sport. O goleiro estava prestes a viajar para a Europa com a família quando recebeu a proposta, mas optou por priorizar a conversa com o clube. O diretor do Santos insistiu, mas o técnico Givanildo Oliveira defendeu os interesses do Sport, resultando na permanência de Magrão.
Em 2010, o Internacional também se interessou pelo goleiro, que recebeu ligações de Clemer e Iarley. O Inter buscava um goleiro para a Libertadores e considerou Magrão, mas a diretoria do Sport pediu um valor elevado por empréstimo. O Internacional acabou contratando Abbondanzieri do Boca Juniors por US$ 200 mil, deixando Magrão no Sport.
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