Após o clássico entre Flamengo e Fluminense, realizado no último sábado pelo Campeonato Carioca, o gramado do Maracanã recebeu críticas de diversos envolvidos, incluindo os técnicos Filipe Luís e Mano Menezes, além dos jogadores Léo Pereira e Guga. O estádio esteve fechado por um mês para tratamento do campo e, mesmo com apenas três jogos […]
Após o clássico entre Flamengo e Fluminense, realizado no último sábado pelo Campeonato Carioca, o gramado do Maracanã recebeu críticas de diversos envolvidos, incluindo os técnicos Filipe Luís e Mano Menezes, além dos jogadores Léo Pereira e Guga. O estádio esteve fechado por um mês para tratamento do campo e, mesmo com apenas três jogos realizados em 2024, as reclamações sobre a qualidade do gramado persistem.
A empresa Greenleaf, responsável pela manutenção do gramado, esclareceu que o campo é híbrido, composto por 10% de material sintético e grama natural, que é costurada a cada dois centímetros. O gramado é elevado anualmente entre 1cm a 1,5cm com a aplicação de areia, seguida de raspagem para expor a fibra e garantir a estabilidade do solo, o que pode contribuir para a sensação de dureza.
A Greenleaf também informou que o gramado híbrido tende a ser mais duro que o natural. Para mitigar essa sensação, o processo de descompactação é realizado com frequência, sendo que neste início de ano, ocorreu de duas a três vezes por mês, em comparação à prática usual de uma vez ao mês. A última descompactação foi feita na quinta-feira anterior ao Fla-Flu, com novas programadas até o final de semana.
Além disso, os cortes frequentes, que podem ocorrer até quatro vezes por semana, podem prejudicar o processo de descompactação, já que o peso das máquinas tende a fechar os buracos criados. A Greenleaf promete um gramado mais macio para o próximo clássico entre Flamengo e Vasco, agendado para o dia 12 de fevereiro, às 16h30 (de Brasília).
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