John Textor, proprietário do Botafogo e do Lyon, enfrenta uma nova controvérsia na França, após a proposta de uma regra conhecida como “anti-Textor”, que visa proibir o empréstimo gratuito de jogadores entre clubes sob a mesma propriedade. Textor acredita que essa iniciativa é um ataque pessoal, especialmente por sua oposição aos subsídios do Catar, que […]
John Textor, proprietário do Botafogo e do Lyon, enfrenta uma nova controvérsia na França, após a proposta de uma regra conhecida como “anti-Textor”, que visa proibir o empréstimo gratuito de jogadores entre clubes sob a mesma propriedade. Textor acredita que essa iniciativa é um ataque pessoal, especialmente por sua oposição aos subsídios do Catar, que beneficiam o Paris Saint-Germain (PSG). Em entrevista, ele afirmou: “Nós vemos isso como um ataque a mim e ao OL, porque somos os críticos mais declarados dos subsídios ilegais do Catar.”
A nova regra ainda não foi oficializada, mas clubes como Nice, Toulouse e PSG já manifestaram descontentamento com a transferência de Thiago Almada, que custou a Textor 25 milhões de dólares (aproximadamente R$ 137,4 milhões). Almada, que se transferiu do Atlanta United para o Botafogo, foi posteriormente negociado com o Lyon. O clube francês, no entanto, enfrenta restrições financeiras e foi proibido de contratar novos jogadores na última janela de transferências.
O embate entre Textor e Nasser Al-Khelaifi, presidente do PSG, se intensificou após a divulgação de áudios de uma reunião em julho, onde Al-Khelaifi se referiu a Textor de forma depreciativa, chamando-o de “caubói”. Textor, por sua vez, expressou sua indignação com a postura de Al-Khelaifi e a passividade de outros dirigentes, afirmando que a situação revela a deterioração da liga francesa. Ele declarou: “Estou chocado que esse comportamento só agora esteja se tornando público.”
As tensões entre os dois empresários não são novas, com divergências sobre direitos de transmissão e negociações de jogadores. Textor se recusou a vender jogadores do Lyon ao PSG, afirmando que não deseja fortalecer a equipe rival. A situação continua a gerar polêmica no cenário do futebol francês, refletindo a complexidade das relações entre clubes e seus proprietários.
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