A eliminação do Atlético de Madrid para o Real Madrid nas oitavas de final da Champions League gerou intensa polêmica, especialmente em torno do pênalti cobrado por Julián Álvarez. Durante a disputa de pênaltis, o atacante argentino marcou, mas sua cobrança foi anulada pelo VAR, que alegou que ele havia dado dois toques na bola. […]
A eliminação do Atlético de Madrid para o Real Madrid nas oitavas de final da Champions League gerou intensa polêmica, especialmente em torno do pênalti cobrado por Julián Álvarez. Durante a disputa de pênaltis, o atacante argentino marcou, mas sua cobrança foi anulada pelo VAR, que alegou que ele havia dado dois toques na bola. As imagens não foram conclusivas, e Álvarez afirmou não ter percebido o erro, aumentando a controvérsia. O técnico do Atlético, Diego Simeone, criticou a decisão, enquanto o goleiro do Real, Courtois, acusou o rival de “vitimismo”.
A situação se complicou ainda mais quando uma câmera da TNT Sports mostrou que a perna esquerda de Álvarez realmente tocou a bola antes do chute, confirmando a decisão do VAR. Após o erro de Álvarez, Lucas Vázquez também não conseguiu marcar, mas Llorente quase empatou ao acertar o travessão. O zagueiro Rudiger foi quem garantiu a vitória para o Real Madrid, que agora enfrentará o Arsenal nas quartas de final.
Desde cedo, o Atlético de Madrid buscou explicações junto à UEFA sobre a anulação do pênalti. O clube não compreende como a decisão foi tomada em menos de um minuto, sem imagens claras que comprovassem a infração. Além disso, questionam a interpretação da norma 14, que exige que a bola se mova claramente para que um toque seja considerado válido. O Atlético não descarta a possibilidade de um reconhecimento de erro por parte da UEFA.
Simeone e seus jogadores acreditam que foram superiores na eliminatória, destacando a estratégia defensiva que utilizaram. No jogo de ida, dominaram a posse, enquanto no retorno, controlaram os espaços, criando boas oportunidades de contra-ataque. O Atlético conseguiu limitar o Real a apenas três finalizações ao gol, um desempenho abaixo da média na competição, e manteve 68% de posse de bola, segundo dados da UEFA.
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