A atuação do volante Mathías Villasanti no Grêmio tem gerado preocupações entre torcedores e analistas. Sob o comando do técnico Gustavo Quinteros, Villasanti, que ocupa a posição de segundo homem do meio-campo, apresenta uma queda de desempenho em comparação ao período em que jogava sob Renato Portaluppi. A mudança no estilo de jogo da equipe, […]
A atuação do volante Mathías Villasanti no Grêmio tem gerado preocupações entre torcedores e analistas. Sob o comando do técnico Gustavo Quinteros, Villasanti, que ocupa a posição de segundo homem do meio-campo, apresenta uma queda de desempenho em comparação ao período em que jogava sob Renato Portaluppi. A mudança no estilo de jogo da equipe, que agora prioriza ligações diretas e jogadas pelas laterais, tem impactado sua participação em campo, resultando em menos toques na bola e, consequentemente, em uma diminuição de sua confiança.
Os analistas de desempenho, Rodrigo Coutinho e Leonardo Miranda, destacam que a nova abordagem de Quinteros exige que os volantes se aproximem mais das laterais e participem ativamente das jogadas ofensivas. Essa dinâmica tem sobrecarregado Villasanti, que frequentemente precisa buscar a bola sozinho, o que resulta em perdas de posse e atrasos nas jogadas. Miranda sugere que a inclusão de Cristaldo no meio-campo poderia oferecer o suporte necessário para que Villasanti recupere seu protagonismo.
Além disso, a equipe como um todo não tem apresentado um bom desempenho, com falhas defensivas notáveis em jogos importantes. Coutinho observa que a falta de movimentação e troca de passes curtos entre os jogadores tem contribuído para a desorganização do time, dificultando a construção de jogadas. Ele propõe uma mudança na abordagem, sugerindo que o Grêmio busque um equilíbrio entre um jogo acelerado e um controle maior das ações em campo.
Villasanti, que está no Grêmio desde 2021, já se manifestou sobre sua queda de produção, negando que isso esteja relacionado a uma possível saída do clube. A expectativa é que, com ajustes na estratégia de jogo e maior apoio dos companheiros, o volante possa retomar seu nível de atuação e contribuir de forma mais efetiva para a equipe.
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