O nome de Jorge Jesus está em alta nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como possível substituto de Dorival Jr. no comando da seleção brasileira. O técnico português foi oferecido à CBF, que ainda avalia a proposta. Embora a preferência inicial fosse por Carlo Ancelotti, a espera até o Mundial de Clubes levou […]
O nome de Jorge Jesus está em alta nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como possível substituto de Dorival Jr. no comando da seleção brasileira. O técnico português foi oferecido à CBF, que ainda avalia a proposta. Embora a preferência inicial fosse por Carlo Ancelotti, a espera até o Mundial de Clubes levou a CBF a considerar um treinador que pudesse assumir imediatamente. Jesus, que tem contrato até maio com o Al-Hilal, sinalizou que poderia quitar sua multa para deixar o clube antes do previsto.
Após a demissão de Dorival, confirmada pela CBF, Jorge Jesus é visto como a principal opção para assumir a seleção na data FIFA de junho. O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, afirmou que ainda não fez propostas a nenhum candidato antes de decidir pela troca. Apesar de Jesus não ter recebido uma abordagem formal, há conversas no mercado que indicam um acordo próximo. A CBF busca um substituto para dar continuidade ao trabalho da seleção, que enfrentará o Equador e o Paraguai nas Eliminatórias.
A CBF está considerando um grupo de treinadores estrangeiros, incluindo Ancelotti e Jesus, para substituir Dorival. O presidente Ednaldo Rodrigues tem um histórico de interesse por Ancelotti, mas está ampliando suas opções. A reunião decisiva sobre o futuro de Dorival está marcada, e a CBF já iniciou conversas com intermediários para sondar as possibilidades de cada treinador desejado. A mudança na seleção é urgente, especialmente após a derrota de 4 a 1 para a Argentina.
Em termos financeiros, a CBF já tem informações sobre os custos dos candidatos. Ancelotti teria um salário em torno de 8 milhões de euros por ano, enquanto Jesus custaria cerca de 5 milhões de euros. A possibilidade de uma rescisão amigável com o Al-Hilal favorece Jesus, que demonstrou interesse em trabalhar na seleção. A CBF, que enfrenta desafios financeiros, terá que considerar esses fatores ao decidir sobre o novo treinador, especialmente com a proximidade da Copa do Mundo de 2026.
Entre na conversa da comunidade