Na última partida entre Palmeiras e Cerro Porteño, torcedores do Palmeiras foram filmados fazendo gestos racistas e ofendendo a torcida paraguaia. A Conmebol anunciou que vai investigar o caso, seguindo o mesmo protocolo de um episódio anterior, onde jogadores do Palmeiras sofreram racismo por parte da torcida do Cerro. Em vídeos que circulam nas redes sociais, um torcedor do Palmeiras faz gestos que lembram um macaco, enquanto outro é visto disparando ofensas, incluindo a palavra “índio”. A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, pediu a desclassificação do Cerro Porteño do torneio, ressaltando a necessidade de ações mais firmes contra o racismo no futebol. Em março, durante um jogo da Libertadores sub-20, o atacante Luighi, de 18 anos, relatou que ele e seus colegas foram alvo de racismo, com a torcida paraguaia imitando macacos. A Conmebol, que apenas aplicou uma multa de 50 mil dólares e fez uma campanha de conscientização, foi criticada pela falta de ações efetivas, levando a presidente a sugerir que clubes brasileiros se unissem à Concacaf. Antes do jogo, as equipes fizeram um momento de silêncio de 20 segundos em protesto contra a discriminação e o racismo, uma ação proposta pela Conmebol. Torcedores do Palmeiras também exibiram cartazes de apoio a Luighi e críticas à entidade, acusada de não agir adequadamente contra o racismo.
Na última partida entre Palmeiras e Cerro Porteño, realizada na quarta-feira (9), torcedores do Palmeiras foram filmados fazendo gestos racistas e disparando ofensas em direção à torcida paraguaia. A Conmebol anunciou que irá investigar o caso, seguindo o protocolo já adotado em um episódio anterior, onde jogadores do Palmeiras foram alvos de racismo por parte da torcida do Cerro Porteño.
Nos vídeos que circulam nas redes sociais, um torcedor do Palmeiras é visto fazendo gestos que remetem a um macaco, enquanto outro é apontado por ter disparado ofensas, incluindo a palavra “índio”. A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, pediu a desclassificação do Cerro Porteño do torneio, destacando a necessidade de ações mais rigorosas contra o racismo no futebol.
Em março, durante um jogo da Libertadores sub-20, o atacante Luighi, de 18 anos, relatou que ele e seus companheiros sofreram racismo por parte da torcida paraguaia, que fez gestos imitando macacos. A falta de ações efetivas da Conmebol, que aplicou apenas uma multa de 50 mil dólares e uma campanha de conscientização, gerou críticas e levou a presidente a sugerir que clubes brasileiros se unissem à Concacaf.
Antes do início da partida, as equipes realizaram um momento de silêncio de 20 segundos em protesto contra a discriminação e o racismo no futebol, uma ação proposta pela Conmebol. Nas arquibancadas, torcedores do Palmeiras exibiram cartazes de apoio a Luighi e críticas à entidade, que foi acusada de ineficácia no combate ao racismo.
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