Na Premier League, um gol foi anulado pela primeira vez usando a nova tecnologia de impedimento semiautomático. Isso aconteceu durante o jogo entre Crystal Palace e Manchester City, quando Eberechi Eze teve seu segundo gol invalidado aos 27 minutos do segundo tempo, pois estava em posição irregular. Naquele momento, o Crystal Palace estava ganhando por 2 a 0, mas o Manchester City virou o jogo e venceu por 5 a 2. A tecnologia usa trinta câmeras que capturam imagens rapidamente e analisam a posição dos jogadores, alertando o árbitro de vídeo sobre possíveis impedimentos. A Premier League compartilhou gráficos nas redes sociais mostrando a jogada. As reações dos torcedores foram mistas, com alguns elogiando a rapidez da tecnologia e outros criticando a demora na sua implementação. O sistema ainda precisa da confirmação do VAR para validar as decisões, e em casos mais complicados, o VAR pode desenhar as linhas manualmente. A jogada é mostrada em 3D durante a transmissão e nos telões dos estádios para maior clareza.
Pela primeira vez na Premier League, um gol foi anulado utilizando a tecnologia de impedimento semiautomático. O incidente ocorreu durante a partida entre Crystal Palace e Manchester City, quando Eberechi Eze teve seu segundo gol invalidado aos 27 minutos do segundo tempo, após a confirmação de sua posição irregular. Naquele momento, o Crystal Palace liderava o jogo por 2 a 0, mas o Manchester City conseguiu reverter o placar, finalizando em 5 a 2.
A nova tecnologia, que utiliza trinta câmeras posicionadas nos estádios, capta imagens em 100 quadros por segundo, permitindo um rastreamento preciso do movimento da bola e dos jogadores. O sistema analisa até dez mil pontos de dados por atleta e alerta automaticamente o árbitro de vídeo (VAR) sobre possíveis impedimentos. A Premier League divulgou gráficos nas redes sociais que ilustravam a jogada e a posição dos jogadores.
As reações nas redes sociais foram variadas. Um torcedor comentou sobre a rapidez da nova tecnologia, enquanto outro expressou frustração pela demora na sua implementação, que ocorreu apenas em abril, com apenas seis jogos restantes na temporada. Um terceiro internauta criticou a falta de clareza nos gráficos apresentados, questionando a escolha do momento do passe.
A tecnologia é considerada semiautomática porque ainda requer a confirmação do VAR, que verifica se a identificação dos jogadores e suas partes do corpo está correta. Em casos de impedimentos mais complexos, o VAR pode desenhar as linhas manualmente. A renderização em 3D da jogada é exibida na transmissão e nos telões dos estádios, proporcionando maior transparência nas decisões.
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