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Santos deve agir com cautela na janela de transferências; presidente defende elenco atual

Santos deve ser cauteloso na próxima janela de transferências, priorizando contratações pontuais devido a limitações financeiras.

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O Santos Futebol Clube não deve fazer muitas contratações na próxima janela de transferências, que vai de 10 de julho a 2 de setembro. A diretoria acredita que o elenco atual, com 34 jogadores e já reforçado por 11 novas contratações nesta temporada, é bom o suficiente. O presidente Marcelo Teixeira afirmou que só serão feitas mudanças se houver saídas de jogadores ou boas oportunidades no mercado. No entanto, o técnico Jorge Sampaoli expressou a necessidade de novos reforços, mas o clube enfrenta dificuldades financeiras que limitam investimentos. O CEO Pedro Martins destacou que o novo treinador precisará trabalhar em conjunto com a diretoria para superar os desafios do clube.

Santos planeja poucas mudanças no elenco para a próxima janela de transferências

O Santos Futebol Clube não deve realizar muitas contratações na próxima janela de transferências, que abre em 10 de julho e se encerra em 2 de setembro. A diretoria considera o elenco atual qualificado e planeja reforços apenas em situações específicas. O clube já contratou onze jogadores para a temporada.

A avaliação da alta cúpula santista é que o plantel, com 34 atletas, atende às necessidades do momento. Segundo o presidente Marcelo Teixeira, o clube pode avaliar a entrada de “uma, duas ou três peças” caso haja saídas ou oportunidades de mercado.

“Nós já temos um elenco. Não nos preocupa a questão do número e da qualidade dos jogadores que o Santos tem hoje. O Santos tem um plantel hoje bom, forte, competitivo”, afirmou o presidente Marcelo Teixeira durante as comemorações dos 113 anos do clube.

A visão da diretoria contrasta com a do técnico Jorge Sampaoli, que sinalizou a necessidade de reforços após analisar o elenco. O treinador argentino, que chegou a negociar um retorno ao clube, preferia assumir o time com a possibilidade de investir em novos jogadores.

Limitações financeiras impedem reforços significativos

A realidade financeira do Santos é um fator determinante para a política de contratações. O clube enfrenta dificuldades e não tem condições de realizar investimentos significativos no momento. O CEO Pedro Martins adotou um discurso crítico sobre a gestão do clube e defendeu uma construção conjunta com o novo treinador.

“O Santos não entregará a chave ao novo treinador. Ele precisa vir, aceitar uma construção em conjunto conosco”, declarou o CEO Pedro Martins. O clube busca humildade e organização para superar os desafios financeiros e esportivos.

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