Gilmar Veloz, que representa o técnico Tite, processou o Flamengo pedindo R$ 174.767,21, que é a última parcela de uma comissão combinada na contratação do treinador em setembro de 2023. Ele afirma que o clube não fez o pagamento, mesmo após a demissão de Tite em outubro de 2024. O acordo previa o pagamento da comissão em 15 parcelas, totalizando R$ 2,5 milhões. A última parcela deveria ser paga em janeiro de 2025. Os advogados de Veloz argumentam que a rescisão do contrato não muda a obrigação do Flamengo de pagar a comissão completa. A ação foi registrada na Justiça do Rio de Janeiro, e o Flamengo ainda não se pronunciou sobre o caso.
O empresário Gilmar Veloz, representante do técnico Tite, entrou com uma ação judicial contra o Flamengo cobrando R$ 174.767,21. O valor refere-se à última parcela da comissão acordada na contratação do treinador, realizada em setembro de 2023. Veloz alega que o clube não efetuou o pagamento, mesmo após a demissão de Tite em outubro de 2024.
O contrato previa o pagamento da comissão em 15 parcelas iguais, totalizando R$ 2,5 milhões pela intermediação na negociação. A última parcela estava programada para vencer em janeiro de 2025. Segundo os advogados de Veloz, a rescisão do contrato não altera a obrigação do Flamengo em quitar a totalidade da comissão.
A ação foi protocolada na Justiça do Rio de Janeiro, onde o empresário busca a regularização do pagamento. O Flamengo ainda não se manifestou publicamente sobre a cobrança. A situação agora se torna um novo capítulo nas relações entre o clube e seus representantes, especialmente após a saída de Tite.
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