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Miguelito, do América-MG, é preso por injúria racial contra Allano, do Operário-PR

Miguelito, do América-MG, foi preso por injúria racial contra Allano, do Operário-PR. Ele nega as acusações e aguarda julgamento.

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O meia Miguelito, do América-MG, foi preso em flagrante por injúria racial contra o atacante Allano, do Operário-PR, durante uma partida da Série B do Campeonato Brasileiro. O árbitro paralisou o jogo e acionou o protocolo antirracismo. Miguelito foi liberado após a prisão e negou as acusações, afirmando que não fez ofensas raciais. A investigação continua, e o Operário-PR está buscando imagens que possam confirmar a denúncia. O caso gerou repercussão, com o STJD suspendendo preventivamente Miguelito até o julgamento, que ainda não tem data marcada. A Procuradoria do STJD denunciou o jogador, que pode enfrentar uma suspensão de até 10 partidas e uma multa. A CBF também pediu uma apuração rigorosa do caso.

O meia Miguelito, do América-MG, foi preso em flagrante por injúria racial contra o atacante Allano, do Operário-PR, durante uma partida da Série B do Campeonato Brasileiro, realizada em Ponta Grossa. O incidente ocorreu aos 30 minutos do primeiro tempo, quando Miguelito teria proferido a expressão “preto do c*”**. O árbitro Alisson Sidnei Furtado acionou o protocolo antirracismo, paralisando o jogo por 15 minutos.

Após a partida, Miguelito foi levado à delegacia e, após prestar depoimento, recebeu liberdade provisória. Ele nega as acusações, afirmando que não usou termos racistas, mas sim expressões como “merda do c*”**. A investigação continua, e a Polícia Civil busca imagens que possam confirmar a denúncia.

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) suspendeu preventivamente Miguelito, que poderá ser punido com até 10 partidas de suspensão e uma multa de R$ 100 mil. A Procuradoria do STJD também investiga o Operário-PR por conduta imprópria de torcedores durante o jogo.

Allano, por sua vez, se manifestou nas redes sociais, afirmando que não se calará diante do racismo e pedindo justiça. O Operário-PR também se posicionou, repudiando qualquer ato de discriminação e oferecendo apoio ao jogador. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reafirmou seu compromisso na luta contra o racismo e solicitou uma apuração rigorosa do caso.

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