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Venezuelano se torna vascaíno e encontra lar na Barreira do Vasco no Rio

Carlos Casares, venezuelano, viveu a emoção de torcer pelo Vasco e pelo Puerto Cabello em um jogo histórico no Rio de Janeiro.

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Carlos Casares, um venezuelano que se refugiou no Brasil, vive na Barreira do Vasco e se tornou torcedor do Vasco. Ele chegou ao Brasil em 2018, fugindo de problemas em seu país. Após passar por dificuldades, encontrou apoio em uma paróquia na Tijuca, onde começou a se sentir em casa. Carlos se envolveu com a comunidade e, por meio da natação, se apaixonou pelo Vasco. Ele também torce pelo Puerto Cabello, seu time do coração na Venezuela. Recentemente, assistiu a um jogo entre Vasco e Puerto Cabello, sentindo um amor dividido. Carlos destaca a importância da Barreira do Vasco em sua adaptação ao Brasil e planeja se naturalizar brasileiro em 2025, desejando passar sua paixão pelo Vasco e pelo Puerto Cabello para seu filho.

Carlos Casares, um venezuelano refugiado no Brasil, expressou seu amor dividido entre o Vasco e o Puerto Cabello, seu time natal, durante o jogo entre as duas equipes em São Januário, no dia oito de abril de dois mil e vinte e cinco. Ele chegou ao Brasil em dois mil e dezoito, fugindo de uma situação difícil na Venezuela, e encontrou abrigo na Barreira do Vasco, onde se tornou um torcedor fanático.

Carlos relatou que sua jornada começou após um assalto na fronteira com o Brasil, que o deixou sem recursos. Ao chegar ao Rio de Janeiro, ele buscou ajuda em uma paróquia local, onde foi acolhido por um sacerdote. Inicialmente, ele ficou por duas semanas, mas acabou permanecendo por quatro meses. A comunidade da Barreira do Vasco foi fundamental para sua adaptação, proporcionando um ambiente familiar e seguro.

A Paixão pelo Futebol

O amor de Carlos pelo Vasco se intensificou quando ele começou a nadar no clube. Ele destacou que a experiência de torcer pelo Vasco foi transformadora, permitindo que ele se sentisse parte da cultura carioca. “Fico com muito orgulho de ser vascaíno e morador da Barreira”, afirmou. Carlos também mencionou que, embora tenha torcido por outros times na Venezuela, sua paixão pelo Puerto Cabello cresceu após sua emigração.

Recentemente, Carlos assistiu ao jogo entre Vasco e Puerto Cabello, onde ficou emocionado ao ver suas duas paixões se enfrentando. Ele conseguiu um ingresso e uma camisa do Puerto Cabello, presenteada por um amigo de infância. “Foi coração dividido”, disse Carlos, referindo-se ao seu sentimento durante a partida.

Vida no Brasil

Atualmente, Carlos reside em Vargem Pequena e trabalha em uma empresa de tecnologia. Ele planeja se naturalizar brasileiro em dois mil e vinte e cinco e deseja transmitir sua paixão pelo Vasco e pelo Puerto Cabello a seu filho. “Meu filho será vascaíno”, garantiu. A história de Carlos exemplifica a força da comunidade e a capacidade do futebol de unir pessoas, mesmo em meio a desafios.

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