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Cerro Porteño é alvo de punições após atos racistas contra torcedores do Palmeiras

Cerro Porteño e Palmeiras enfrentam mais um episódio de racismo em campo, com gestos ofensivos de torcedores paraguaios durante a Libertadores.

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Durante o jogo entre Palmeiras e Cerro Porteño, que terminou com a vitória do Palmeiras por 2 a 0, torcedores paraguaios foram flagrados fazendo gestos racistas. A Conmebol abriu um processo disciplinar após a partida, e o Palmeiras pediu punições mais severas, destacando que essa é a quarta vez desde 2022 que torcedores do Cerro cometem atos racistas. O clube paraguaio já havia recebido multas e restrições em competições anteriores, mas os comportamentos discriminatórios continuam. O Palmeiras também lembrou que, em um jogo anterior, um torcedor seu foi punido por gestos racistas, e a agilidade nas punições mostra o compromisso do clube contra o racismo. A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, expressou preocupação com a segurança da equipe durante a viagem ao Paraguai e pediu medidas mais rigorosas contra a discriminação.

Durante a vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o Cerro Porteño, ocorrida no Estádio Nueva Olla, no Paraguai, torcedores do time paraguaio foram flagrados fazendo gestos racistas. O incidente levou a Conmebol a abrir um processo disciplinar e o Palmeiras a exigir punições mais severas.

Vídeos divulgados nas redes sociais mostram um torcedor imitando um macaco, enquanto outro usava uma camisa com a estampa do animal. A gravação foi feita por Rodrigo Wirth e Rodolfo Maia, funcionário do Palmeiras. O clube brasileiro emitiu uma nota repudiando os atos, destacando que este é o quarto caso de racismo envolvendo o Cerro Porteño desde 2022.

O Palmeiras questionou a eficácia das punições anteriores e a conivência do Cerro Porteño com os atos de discriminação. O clube paraguaio já havia sido multado em 50 mil dólares (cerca de R$ 288 mil) e proibido de ter torcedores em seus jogos na competição. Além disso, a Conmebol exigiu que o Cerro Porteño realizasse uma campanha de conscientização contra o racismo.

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, se manifestou pedindo punições mais rigorosas e chegou a solicitar a expulsão do Cerro Porteño da competição. O clima entre as equipes se intensificou após um episódio anterior em que um torcedor palmeirense foi flagrado fazendo gestos racistas, resultando em multa ao clube brasileiro.

O Palmeiras segue na liderança do Grupo G da Libertadores, já classificado para a próxima fase. O próximo jogo será contra o Bolívar, enquanto o time enfrenta o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro.

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