A transmissão das últimas jornadas da Liga de Futebol na Espanha está ameaçada devido a uma greve anunciada pela CGT, que ocorrerá de 14 a 27 de maio na Mediapro, responsável pela transmissão dos jogos. Os trabalhadores, cerca de 800, estão preocupados com a falta de garantias de emprego e condições de trabalho justas, especialmente com a chegada da nova produtora HBS, que começará a operar na próxima temporada. Eles exigem um documento que assegure a manutenção de seus direitos e condições de trabalho, além de garantias contra demissões. A greve coincide com as últimas rodadas da Liga e da Segunda Divisão, e os trabalhadores envolvidos são responsáveis pela produção e transmissão dos jogos, além do transporte dos equipamentos. A CGT critica a Mediapro por explorar os funcionários e denuncia a precariedade das condições de trabalho, com salários que não mudaram em duas décadas.
A Confederação de Trabalhadores de Catalunha (CGT) anunciou uma greve na Mediapro, programada para ocorrer de 14 a 27 de maio, o que pode impactar a transmissão das últimas jornadas da Liga de Futebol na Espanha. A paralisação ocorre em um momento crítico, pois coincide com as três últimas rodadas da La Liga EA Sports e as duas finais da Segunda Divisão.
Os trabalhadores reivindicam garantias de emprego e melhores condições de trabalho, alegando que a nova produtora, HBS, não assegura a sub-rogação dos funcionários, o que gera insegurança no emprego para cerca de oitocentos profissionais. A CGT destaca que a situação atual é marcada pela precariedade, com operadores de câmera recebendo apenas R$ 150,00 por partida, um valor que não se altera há duas décadas.
Motivos da Greve
Os trabalhadores exigem um documento vinculativo que garanta a manutenção de seus direitos e condições de trabalho antes do término da Liga. Além disso, pedem que não haja demissões para aqueles que não forem subrogados e que continuem nas empresas do grupo Mediapro. A CGT critica a falta de compromisso da HBS, que, segundo eles, lucrará significativamente com a Liga, mas não assegura a estabilidade dos empregos.
A greve afetará diretamente a produção, realização e transmissão dos jogos, além do transporte e montagem dos equipamentos audiovisuais. A CGT enfatiza que a precariedade no setor é inaceitável e que muitos trabalhadores estão em situações legais questionáveis, com contratos intermitentes e instáveis.
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