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Wellington Tanque reflete sobre a falta de centroavantes na Seleção Brasileira atual

Wellington Tanque critica a falta de centroavantes na Seleção Brasileira e defende o resgate da essência do futebol nacional.

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Wellington Tanque, um centroavante brasileiro que joga no Japão há 12 anos, expressou sua preocupação com a fase atual da Seleção Brasileira. Ele destacou a falta de centroavantes clássicos e a necessidade de resgatar a essência do futebol brasileiro, que valoriza a liberdade e o talento individual. Tanque, que já jogou ao lado de estrelas como Iniesta e David Villa, acredita que a Seleção precisa voltar a ter jogadores que possam decidir jogos. Ele mencionou que, atualmente, o único centroavante que se destaca é Pedro, e que a concorrência para a posição não é mais a mesma de antigamente, quando havia grandes nomes como Ronaldo e Luís Fabiano. Além disso, ele criticou a tendência de copiar estilos de jogo europeus, defendendo que o Brasil deve valorizar seu próprio estilo, que é mais focado no drible e na criatividade.

Wellington Tanque, centroavante brasileiro com doze anos de carreira no Japão, expressou sua preocupação com a atual fase da Seleção Brasileira. Em entrevista, ele destacou a falta de centroavantes clássicos e a necessidade de resgatar a essência do futebol brasileiro, que valoriza a liberdade e o talento individual.

Tanque, que atua pelo Avispa Fukuoka, já jogou ao lado de estrelas como Iniesta e David Villa. Com noventa e sete gols marcados na J.League, ele é um dos brasileiros com mais gols na história do campeonato. O jogador, que se sente em casa no Japão, compartilhou histórias de sua juventude no Brasil, incluindo uma fuga da concentração que resultou em seu casamento.

Em relação à Seleção, Tanque lamentou a escassez de centroavantes. Ele afirmou: “Hoje nós não temos um camisa 9”, referindo-se à falta de jogadores dessa posição no futebol brasileiro. O centroavante mencionou Pedro como uma exceção, mas ressaltou que a concorrência na posição é muito menor do que em sua época, quando havia grandes nomes como Ronaldo e Luís Fabiano.

Tanque também criticou a tendência do futebol brasileiro de imitar estilos europeus, defendendo que o país deve voltar a valorizar o jogo individual e a criatividade. Ele acredita que a atual geração de jogadores não impõe o mesmo respeito aos adversários que as seleções anteriores. “Hoje, infelizmente, eu não consigo ver a seleção botando medo nos adversários”, concluiu.

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