O Santos não pagou as três primeiras parcelas da compra do jogador Patrick, que deveria ser feita ao Atlético-MG. Por causa disso, o Atlético-MG entrou na Justiça para receber o valor total de US$ 1 milhão. Patrick, que pertence ao Santos, está emprestado ao Athletico e jogando na Série B. O Santos havia acordado com o Atlético-MG a compra obrigatória de Patrick em janeiro de 2023, com pagamento em 12 parcelas até dezembro de 2025. O jogador assinou contrato com o Santos até dezembro de 2026, mas o clube não fez os pagamentos. O não pagamento permitiu que o Atlético-MG tomasse medidas legais após notificar o Santos. Patrick jogou apenas 11 partidas pelo Santos no ano passado e não estava nos planos do novo técnico, que assumiu em janeiro.
O Atlético-MG acionou a Câmara Nacional de Resolução de Disputas da CBF para receber o pagamento de US$ 1 milhão referente à compra do meio-campista Patrick, que pertence ao Santos, mas está emprestado ao Athletico na Série B. O Santos não pagou as três primeiras parcelas do acordo, que prevê o pagamento em doze parcelas até dezembro de 2025.
Patrick chegou ao Santos em um acordo que previa a compra obrigatória do jogador em janeiro de 2023. O contrato estabelecia que o Santos pagaria R$ 430 mil mensais. No entanto, o clube não cumpriu com os pagamentos nos primeiros noventa dias, o que levou o Atlético-MG a notificar a equipe da Vila Belmiro antes de buscar a via judicial.
O jogador, que assinou contrato com o Santos até dezembro de 2026, teve uma passagem discreta pelo clube, atuando em apenas 11 partidas no ano passado sob o comando do então técnico Fábio Carille. Com a chegada do novo treinador, Pedro Caixinha, Patrick não estava nos planos da equipe e foi repassado ao Athletico.
Além da situação de Patrick, o Santos enfrenta outros desafios, como a cobrança da multa rescisória de R$ 15 milhões por parte do ex-técnico Pedro Caixinha. A situação financeira do clube e a gestão de seus contratos têm gerado preocupações entre os torcedores e a diretoria.
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