A Forbes divulgou a lista dos 50 atletas mais bem pagos do mundo, e apenas dois brasileiros estão entre eles: Neymar e Vinícius Júnior. Neymar, que joga no Santos, ocupa a 25ª posição com ganhos de US$ 76 milhões, sendo US$ 46 milhões de salário e US$ 30 milhões de publicidade. Vinícius Júnior, atacante do Real Madrid, está em 46º lugar com US$ 55 milhões, sendo US$ 40 milhões de salário e US$ 15 milhões de renda extra. Cristiano Ronaldo lidera a lista com US$ 275 milhões. Este ano, não há mulheres entre os 50 atletas mais bem pagos, o que destaca a desigualdade salarial entre gêneros. A última mulher a aparecer na lista foi Serena Williams em 2023. A tenista Coco Gauff, que ganhou US$ 34 milhões, ficou abaixo da nota de corte de US$ 53,6 milhões. A lista inclui atletas de várias modalidades, mas todos são homens.
A revista Forbes divulgou, em 16 de maio de 2025, a lista dos 50 atletas mais bem pagos do mundo, que novamente não conta com representantes femininas. Neymar, jogador do Santos, aparece na 25ª posição com ganhos estimados em US$ 76 milhões (R$ 433 milhões). Vinícius Júnior, atacante do Real Madrid, ocupa a 46ª posição com US$ 55 milhões (R$ 313,4 milhões).
Cristiano Ronaldo lidera o ranking, com US$ 275 milhões (R$ 1,56 bilhão), sendo US$ 225 milhões provenientes de salários e bônus. O segundo lugar é ocupado por Stephen Curry, com US$ 156 milhões (R$ 885 milhões), seguido por Tyson Fury no boxe. A lista reflete a desigualdade salarial entre gêneros, já que, pelo segundo ano consecutivo, não há mulheres entre os 50 mais bem pagos.
A tenista Coco Gauff, que teve ganhos de US$ 34 milhões (R$ 190 milhões) no último ano, não alcançou a nota de corte de US$ 53,6 milhões. A última mulher a figurar na lista foi Serena Williams, em 2023, com US$ 45,3 milhões. A ausência de mulheres é atribuída a fatores como salários e prêmios em dinheiro, que estão ligados à receita das ligas esportivas.
Entre os 50 atletas, apenas sete modalidades estão representadas: futebol, golfe, futebol americano, boxe, basquete, beisebol e corrida de Fórmula 1. A maioria dos atletas é da NBA, com 16 nomes, enquanto o futebol possui apenas oito representantes. A desigualdade de gênero no esporte permanece evidente, com a falta de visibilidade e remuneração adequada para as atletas.
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