- O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu efeito suspensivo ao Palmeiras em uma disputa judicial com a Agon Empreendimentos Esportivos Ltda.
- A ação envolve a solicitação de documentos sobre a transferência do zagueiro Vitor Reis para o Manchester City, que ocorreu por aproximadamente R$ 232 milhões.
- A Agon reivindica uma comissão de 10% sobre o valor da transação.
- A decisão do desembargador Paulo Alonso suspendeu a exigência de apresentação de documentos, alegando que a Agon não é parte do contrato.
- O caso seguirá para a manifestação da parte contrária e será julgado de forma virtual, sem novas audiências presenciais.
O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu efeito suspensivo ao Palmeiras em uma disputa judicial com a Agon Empreendimentos Esportivos Ltda. A ação envolve a solicitação de documentos sobre a transferência do zagueiro Vitor Reis para o Manchester City, que ocorreu por aproximadamente R$ 232 milhões. A Agon reivindica uma comissão de 10% sobre o valor da transação.
A decisão, proferida pelo desembargador Paulo Alonso, suspende a exigência de apresentação de documentos que havia sido determinada em primeira instância. O clube tinha um prazo de 15 dias para apresentar contratos e aditivos relacionados à negociação do atleta. O relator acolheu o argumento do Palmeiras de que a Agon não é parte do contrato em questão.
Além disso, o desembargador destacou que não há risco iminente de prejuízo irreparável que justifique a imposição da exibição dos documentos. O caso agora seguirá para a manifestação da parte contrária e será julgado de forma virtual, sem a necessidade de novas audiências presenciais.
Essa decisão representa um importante passo para o Palmeiras, que busca evitar a divulgação de informações que considera não pertinentes à sua defesa. A disputa judicial continua a ser acompanhada de perto, dado o valor significativo envolvido na transferência de Vitor Reis.
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