Samir Xaud, dirigente de Roraima, é o favorito para a presidência da CBF, com o apoio de 23 federações e 10 clubes. Ele vai registrar sua candidatura neste domingo, e a eleição será no dia 25. Xaud, que ganhou destaque após a crise que afastou o ex-presidente Ednaldo, disse que sua escolha foi resultado de um consenso entre as federações. Ele quer trazer estabilidade à CBF e evitar conflitos legais. Com 12 anos de experiência em gestão pública, Xaud propõe uma administração descentralizada, onde profissionais possam trabalhar com autonomia. Ele também comentou sobre a concorrência com Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol, e pretende unir clubes que apoiaram outras candidaturas. Além disso, Xaud falou sobre a possível chegada do técnico Carlo Ancelotti ao Brasil, prometendo dar total apoio e estrutura para que ele possa melhorar a seleção. O candidato está otimista com o futuro da CBF e do futebol brasileiro.
Samir Xaud, dirigente de Roraima, surge como favorito à presidência da CBF, com apoio de 23 federações e 10 clubes. A candidatura será registrada neste domingo, com a eleição marcada para o dia 25. Xaud, que até então era pouco conhecido, atribui sua ascensão a uma “escolha coletiva” após a crise de liderança que afastou o ex-presidente Ednaldo.
Durante uma conversa com o UOL, Xaud destacou que sua escolha não foi individual, mas resultado de um consenso entre as federações. Ele mencionou que o grupo inicialmente considerou cinco nomes, mas acabou optando por ele. “Estamos buscando estabilidade dentro da CBF, que não suporta mais guerras jurídicas”, afirmou.
Xaud, que possui 12 anos de experiência em gestão pública, acredita que sua formação o capacita para liderar a entidade. Ele defende uma gestão descentralizada, onde profissionais competentes tenham autonomia para atuar. “A CBF precisa de uma pessoa pacificadora”, disse, enfatizando a importância de unir clubes e federações.
O dirigente também comentou sobre a concorrência com Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol. Para Xaud, a disputa é normal em um processo democrático. Ele pretende reconstruir relações com clubes que inicialmente apoiaram a outra candidatura, buscando uma integração que beneficie o futebol brasileiro.
Além disso, Xaud se posicionou sobre a possível chegada do técnico Carlo Ancelotti ao Brasil, afirmando que dará total autonomia ao treinador. “Ele vai precisar de apoio e estrutura para colocar a seleção de volta ao topo”, garantiu. O novo candidato à presidência da CBF se mostra otimista em relação ao futuro da entidade e ao fortalecimento do futebol nacional.
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