Raí, ex-jogador da seleção brasileira e do São Paulo, destacou a importância da seleção como símbolo do Brasil e a necessidade de uma formação melhor para os atletas. Em uma recente visita ao Brasil, ele falou sobre futebol, racismo e educação, defendendo que a seleção deve representar todos os brasileiros. Raí acredita que os jogadores têm o poder de inspirar e transformar a sociedade. Ele também expressou preocupações sobre a formação de atletas no país, ressaltando que o Brasil precisa melhorar nesse aspecto. Além disso, ele elogiou Vinicius Júnior, chamando-o de herói na luta contra o racismo, e afirmou que o jogador é um exemplo de resistência e inspiração para as novas gerações. Raí enfatizou que a política está presente em tudo e que quem tem visibilidade deve se posicionar.
Raí, ex-jogador da seleção brasileira e do São Paulo, destacou a importância da seleção como símbolo nacional e a necessidade de formação qualificada para atletas. Em entrevista, ele também defendeu Vinicius Júnior como um herói na luta contra o racismo.
Durante a inauguração de uma escola de panificação na Vila Albertina, em São Paulo, Raí falou sobre o papel transformador da educação e a responsabilidade social dos atletas. “A seleção tem de ser de todos. Ela é um símbolo do País”, afirmou, ressaltando que a visibilidade dos jogadores pode inspirar mudanças sociais.
Raí expressou preocupação com a formação de atletas no Brasil, afirmando que o país está atrasado em comparação a outras nações. “O treinador serve não só para levar o time a ser campeão, mas também para formar atletas”, disse. Ele acredita que o Brasil precisa de uma cultura de formação mais estruturada.
O ex-jogador também comentou sobre os ataques racistas sofridos por Vinicius Júnior na Europa. “É inaceitável. Vini Jr. é um herói, enfrentando essa batalha e performando em altíssimo nível”, destacou Raí, enfatizando a importância do ativismo de atletas na luta contra o racismo.
Raí, que recentemente concluiu um mestrado em Ciências Políticas na Sciences Po, mantém laços com o Brasil e atua em projetos sociais na Europa. Ele acredita que a política está presente em todas as esferas e que “não se posicionar também é uma escolha política.”
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