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Árbitro é punido após denúncias de machismo no Campeonato Paulista feminino

Árbitros do Paulistão Feminino são suspensos após denúncias de machismo. Jogadoras relatam comentários desrespeitosos durante a partida.

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O árbitro Juliano José Alves Rodrigues e o quarto árbitro Ricardo Bittencourt da Silva foram suspensos pelo TJD de São Paulo após denúncias de machismo durante a partida entre RB Bragantino e São Paulo, que terminou com a vitória do Tricolor por 3 a 0. Jogadoras relataram comentários desrespeitosos, como a zagueira Stella Terra, que disse que o árbitro afirmou: “Na hora certa, eu vou te pegar”. Ela tentou sinalizar a atitude com um gesto, mas a partida não parou. A meio-campista Aline de Lima também mencionou que o árbitro disse: “Vou dar a falta na hora que eu quiser”, destacando a falta de respeito da arbitragem masculina com as jogadoras. A Federação Paulista de Futebol afirmou que não aceita comportamentos preconceituosos e está investigando a situação. O Red Bull Bragantino apoiou as jogadoras e condenou qualquer forma de discriminação.

O árbitro Juliano José Alves Rodrigues e o quarto árbitro Ricardo Bittencourt da Silva foram suspensos preventivamente pelo TJD de São Paulo após denúncias de machismo durante a partida entre RB Bragantino e São Paulo, realizada no último dia 15, pelo Paulistão Feminino. O Tricolor venceu o confronto por 3 a 0.

As acusações surgiram após relatos de jogadoras que afirmaram ter sido alvo de comentários desrespeitosos. A zagueira Stella Terra, do Bragantino, revelou que o árbitro disse: “Na hora certa, eu vou te pegar”. Ela fez o sinal de “X” com os braços, conforme o protocolo da Federação Paulista contra atos de preconceito, mas a partida não foi interrompida.

A meio-campista Aline de Lima, do São Paulo, também relatou uma atitude machista do árbitro, que afirmou: “Vou dar a falta na hora que eu quiser”. Aline destacou que a arbitragem masculina muitas vezes não respeita as jogadoras, o que precisa mudar para que o futebol feminino seja tratado com dignidade.

A Federação Paulista de Futebol se manifestou sobre os relatos, afirmando que não tolera atitudes preconceituosas e que está apurando os fatos com rigor. O Red Bull Bragantino também expressou apoio às jogadoras e repudiou qualquer forma de discriminação, reafirmando a importância do respeito no ambiente esportivo.

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