A CBF está se reorganizando após a saída do presidente Ednaldo Rodrigues, e a comissão nacional de clubes se reuniu para discutir melhorias na arbitragem, focando em três sugestões sobre o VAR. A primeira proposta é desligar o áudio do VAR quando o árbitro for revisar um lance, para que ele tome decisões sem influências externas. A segunda sugestão é limitar a análise do VAR a dois minutos após um gol, dando mais dois minutos para revisar se houver irregularidades. Se não houver provas claras nesse tempo, a intervenção do VAR não será feita. Por último, a comissão sugere que irregularidades só sejam consideradas se ocorrerem até 25 segundos antes do gol, para evitar anulações por infrações antigas. Os representantes de clubes como São Paulo, Flamengo e Vasco discutirão essas ideias com o chefe dos árbitros, Rodrigo Martins Cintra, para melhorar o uso do VAR no futebol.
Enquanto a CBF se reorganiza após o afastamento do presidente Ednaldo Rodrigues, a comissão nacional de clubes se reúne hoje para discutir melhorias na arbitragem. O foco principal será a implementação de três sugestões relacionadas ao VAR.
As propostas incluem o desligamento do áudio do VAR quando o árbitro for revisar um lance. Essa medida visa permitir que o árbitro central tome decisões sem influências externas, já que o diálogo atual pode levar a interpretações questionáveis.
Outra sugestão é limitar o tempo de análise do VAR a dois minutos após um gol. Caso irregularidades sejam identificadas, o árbitro terá mais dois minutos para revisar a jogada. A ideia é que, se não houver evidências claras em dois minutos, a intervenção do VAR não se justifica.
Por fim, a comissão propõe que irregularidades ocorridas durante a fase de ataque sejam consideradas apenas se acontecerem 25 segundos antes do gol. Essa mudança busca agilizar o processo e evitar anulações de gols por infrações distantes no tempo.
Os integrantes da comissão, que inclui representantes de clubes como São Paulo, Flamengo e Vasco, discutirão a viabilidade dessas sugestões com o chefe dos árbitros, Rodrigo Martins Cintra. O objetivo é aprimorar a aplicação do VAR e tornar o futebol mais justo e dinâmico.
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