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Ednaldo Rodrigues não volta à CBF e elogia trabalho realizado na entidade

Ednaldo Rodrigues não retornará à presidência da CBF após desistir de recorrer ao STF. A decisão visa pacificar o futebol e proteger sua família. Ele destacou os resultados positivos de sua gestão, incluindo uma receita recorde de R$ 1,5 bilhão e um superávit de R$ 107 milhões em 2024. Apesar das conquistas, Ednaldo reconheceu que a instabilidade jurídica afetava o ambiente esportivo. Ele não apoiará candidatos nas próximas eleições e deseja sucesso a Samir Xaud, único candidato inscrito para a eleição em 25 de maio. A desistência encerra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7580 no STF, que foi protocolada após seu afastamento em 2023. A Assembleia Geral Eleitoral está marcada para as 10h30, em um domingo de rodada do Brasileirão, e ocorrerá na sede da CBF, com opção de participação remota.

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Ednaldo Rodrigues não voltará a ser presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) após desistir de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele tomou essa decisão para ajudar a pacificar o futebol no Brasil e proteger sua família. Ednaldo destacou que sua gestão teve resultados positivos, como uma receita recorde de R$ 1,5 bilhão e um superávit de R$ 107 milhões em 2024, além da renovação do contrato com a Nike até 2038. Apesar disso, ele reconheceu que as disputas judiciais estavam prejudicando o ambiente do futebol. Ele não apoiará nenhum candidato nas próximas eleições e deseja sucesso a Samir Xaud, que é o único candidato inscrito para a eleição marcada para 25 de maio. A desistência de Ednaldo encerra uma ação no STF que havia sido protocolada após seu primeiro afastamento em 2023, e a eleição ocorrerá na sede da CBF, com a possibilidade de participação remota. Samir Xaud já conta com o apoio de 25 federações estaduais.

Ednaldo Rodrigues não retornará à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele desistiu de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) após ser afastado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A decisão foi tomada para pacificar o futebol brasileiro e preservar sua família.

Em sua petição, Ednaldo destacou os resultados positivos de sua gestão, como uma receita recorde de R$ 1,5 bilhão e um superávit de R$ 107 milhões em 2024. Ele também mencionou a renovação do contrato com a Nike até 2038, que pode gerar até R$ 1 bilhão por ano, e a contratação do técnico Carlo Ancelotti. Apesar desses feitos, Ednaldo reconheceu que a instabilidade gerada por disputas judiciais prejudicava o ambiente no futebol.

O ex-presidente expressou seu desejo de restaurar a paz no esporte e mencionou que sua decisão foi influenciada por insinuações injustas e ataques à sua família. Ele não apoiará nenhum candidato nas próximas eleições, desejando sucesso a Samir Xaud, único candidato inscrito para a eleição marcada para 25 de maio.

A desistência de Ednaldo encerra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7580 no STF, que havia sido protocolada após seu primeiro afastamento em 2023. O ministro Gilmar Mendes, que havia recolocado Ednaldo no cargo em 2024, não precisará mais analisar o recurso. A eleição para a presidência da CBF ocorrerá na sede da entidade, com a possibilidade de participação remota.

Samir Xaud, presidente da Federação Roraimense de Futebol, já contava com o apoio de 25 federações estaduais, o que inviabilizou a candidatura de Reinaldo Carneiro Bastos, da Federação Paulista. A Assembleia Geral Eleitoral está agendada para as 10h30, em um domingo de rodada do Brasileirão.

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