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CBF rejeita sugestões de clubes e ajusta uso do VAR para menos intervenções

Clubes e CBF debatem melhorias no VAR, mas propostas de revisão rápida e limitações de tempo são rejeitadas. A arbitragem segue em foco.

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A Comissão Nacional de Clubes e a CBF se reuniram para discutir melhorias na arbitragem e no uso do VAR. Os clubes expressaram preocupação com a atuação do VAR e pediram que ele fosse menos opinativo. O presidente da Comissão de Arbitragem, Rodrigo Cintra, afirmou que essa orientação já está sendo passada aos árbitros. Os dirigentes sugeriram que, após uma revisão, o VAR desligasse o microfone, mas a recomendação é que a comunicação continue ativa. Algumas propostas, como limitar o tempo de revisão a dois minutos e considerar irregularidades apenas até 25 segundos antes do gol, foram rejeitadas, pois a FIFA proíbe essas práticas. O encontro contou com a presença de dirigentes de clubes importantes, como São Paulo, Flamengo e Palmeiras, que participaram por videoconferência, mostrando interesse em melhorar a arbitragem no futebol brasileiro.

A Comissão Nacional de Clubes e a CBF se reuniram nesta segunda-feira para discutir melhorias na arbitragem e no uso do VAR. O encontro, que contou com a presença de dirigentes de diversos clubes, não resultou em novas propostas, mas reafirmou preocupações sobre a atuação do árbitro de vídeo.

Os clubes manifestaram a necessidade de um VAR menos opinativo. O presidente da Comissão de Arbitragem, Rodrigo Cintra, destacou que essa orientação já está sendo passada aos árbitros. Os dirigentes sugeriram que, após a solicitação de revisão, o VAR desligasse o microfone, permitindo que o árbitro decidisse com base apenas nas imagens. No entanto, a recomendação é que o VAR continue a se manifestar se questionado pelo juiz, mantendo a comunicação ativa.

Sugestões Rejeitadas

Entre as propostas apresentadas, estavam limitações para o tempo de revisão, sugerindo um máximo de dois minutos. Essa ideia foi rejeitada, uma vez que a FIFA proíbe tal prática. Além disso, a sugestão de considerar irregularidades apenas se ocorrerem até 25 segundos antes do gol também não foi aceita.

O encontro teve a participação de figuras importantes do futebol brasileiro, como Fernando Sarney, presidente interino da CBF, e dirigentes de clubes como São Paulo, Flamengo, Fortaleza, Vasco da Gama, entre outros. A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, participou por videoconferência, demonstrando o interesse dos clubes em aprimorar a arbitragem no futebol nacional.

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