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Corinthians discute proposta da Adidas após votação de impeachment no clube

Corinthians adia discussão sobre proposta da Adidas para substituir a Nike até após votação do impeachment de Augusto Melo, marcada para 26 de maio.

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A diretoria do Corinthians pediu uma reunião ao Conselho de Orientação para discutir uma proposta da Adidas, que pode substituir a Nike como fornecedora de material esportivo. No entanto, o Cori decidiu adiar essa conversa até depois da votação do impeachment do presidente Augusto Melo, marcada para 26 de maio. A proposta é considerada importante e a diretoria acredita que deve ser tratada com cuidado. Atualmente, o Corinthians recebe R$ 30 milhões por ano da Nike, um valor abaixo do que é praticado no mercado, e há insatisfação com a qualidade do serviço da Fisia, que representa a marca no Brasil. A nova proposta pode chegar a R$ 1 bilhão, um valor inédito para o clube. A votação do impeachment, que acontecerá no Parque São Jorge, é vista como um teste para a continuidade da gestão de Melo.

A diretoria do Corinthians solicitou uma reunião ao Conselho de Orientação (Cori) para discutir uma proposta de patrocínio da Adidas, visando substituir a Nike como fornecedora de material esportivo. O pedido foi feito na tarde de ontem, mas o Cori decidiu adiar a discussão até após a votação do impeachment do presidente Augusto Melo, marcada para 26 de maio.

A proposta, que não foi mencionada nominalmente, é tratada como uma “apresentação de um grande patrocínio”. Fontes do Cori afirmam que discutir um assunto dessa magnitude antes da votação seria “imprudente”. A reunião foi sugerida para 2 de junho, após a definição sobre o futuro de Melo.

Atualmente, o Corinthians recebe R$ 30 milhões anuais da Nike, um valor considerado abaixo do mercado. A insatisfação com a qualidade do serviço prestado pela Fisia, representante da Nike no Brasil, também é um ponto de preocupação para a diretoria. Desde 2020, a Fisia controla a distribuição dos produtos da marca, mas a diretoria do Timão busca um novo contrato que pode alcançar R$ 1 bilhão, um valor inédito na história do clube.

A votação do impeachment, que ocorrerá no Parque São Jorge, é vista como um termômetro para a continuidade da gestão de Melo. A diretoria acredita que o patrocínio deve ser tratado como uma questão que transcende a atual administração, dada a sua importância financeira e estratégica para o clube.

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