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Bruno Henrique não comparece a audiência do STJD e pode enfrentar penalidades

Bruno Henrique não compareceu à audiência do STJD, alegando treino no Flamengo. Investigação sobre manipulação de resultados avança com novos depoimentos.

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Bruno Henrique, atacante do Flamengo, não participou da audiência online do STJD, onde é investigado por suposta manipulação de resultados esportivos. Ele alegou que tinha um treino no Ninho do Urubu. A defesa do jogador disse que ele não era obrigado a comparecer, mas decidiu priorizar o compromisso com o time e pediu para remarcar a audiência, que ainda não tem nova data. Além dele, outras nove pessoas, incluindo seu irmão, devem depor sobre o caso. O inquérito foi reaberto após novas provas da Polícia Federal. Se as acusações forem confirmadas, Bruno pode ser suspenso por até dois anos. As investigações envolvem manipulação de cartões amarelos em jogos do Brasileirão de 2023, beneficiando apostadores. A defesa argumenta que o caso deve ser julgado pela Justiça Federal e pediu a anulação de decisões anteriores da Justiça Estadual. As penas para Bruno podem variar de dois a seis anos de prisão por fraude em competições esportivas.

Bruno Henrique, atacante do Flamengo, não participou da audiência online do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta segunda-feira, 23 de outubro. O jogador está sendo investigado por suposto envolvimento em manipulação de resultados esportivos, após indiciamento pela Polícia Federal. Ele alegou conflito de horário com um treino no Ninho do Urubu, onde o clube realiza suas atividades.

A defesa de Bruno Henrique informou ao STJD que o atleta não era obrigado a comparecer, mas optou por priorizar o compromisso com o time. O jogador e seus advogados solicitaram a remarcação da audiência, que ainda não tem nova data definida. Além de Bruno, outras nove pessoas, incluindo seu irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, também devem depor sobre o caso.

O inquérito foi reaberto pelo presidente do STJD, Luís Otávio Veríssimo Teixeira, após a apresentação de novas provas pela Polícia Federal. O auditor Maxwell Borges de Moura Vieira, vice-presidente do STJD, será responsável por conduzir as oitivas e diligências. Caso as investigações confirmem as acusações, Bruno Henrique pode enfrentar uma suspensão de até dois anos de suas atividades como atleta profissional.

As investigações envolvem a manipulação de cartões amarelos em partidas do Brasileirão de 2023, o que teria beneficiado apostadores. A defesa do jogador argumenta que a competência para o julgamento deve ser da Justiça Federal e pediu a anulação de decisões anteriores da Justiça Estadual. As consequências legais para Bruno Henrique incluem penas que variam de dois a seis anos de reclusão por fraude em competições esportivas.

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