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Bruno Henrique não comparece a audiência do STJD e prioriza treino do Flamengo

Bruno Henrique não compareceu à audiência do STJD sobre manipulação de resultados, priorizando treino do Flamengo. Inquérito foi reaberto.

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Bruno Henrique, atacante do Flamengo, não participou de uma audiência virtual no STJD sobre uma investigação de manipulação de resultados em uma partida do Brasileirão de 2023. Ele alegou que tinha treino no mesmo horário e pediu para remarcar a audiência. Embora não fosse obrigado a comparecer, sua defesa informou ao tribunal sobre a ausência. O inquérito foi reaberto após novas provas da Polícia Federal, e outras nove pessoas também devem depor. Se Bruno Henrique não comparecer novamente, isso pode ser visto como falta de cooperação e resultar em punições. Ele e outros envolvidos foram indiciados por fraudes relacionadas a apostas. A defesa do jogador também solicitou o arquivamento do caso na Justiça.

Bruno Henrique, atacante do Flamengo, não compareceu à audiência virtual no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta segunda-feira, 27 de maio de 2025. O jogador é investigado por suposta manipulação de resultados em uma partida do Brasileirão de 2023, onde teria forçado cartões amarelos para beneficiar apostadores. Ele alegou conflito de horário com o treino no CT Ninho do Urubu.

A defesa de Bruno Henrique solicitou a remarcação da audiência, que foi alterada para o mesmo horário do treino. Embora não fosse obrigatório comparecer, o atleta foi intimado e sua ausência não deve prejudicá-lo, segundo especialistas. O auditor Maxwell Borges de Moura Vieira, vice-presidente do STJD, decidirá sobre o novo agendamento.

A ausência em audiências pode ter consequências. Especialistas alertam que, se Bruno Henrique não comparecer novamente, isso pode ser interpretado como falta de colaboração, conforme o artigo 220 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). A pena pode incluir multa e complicações em uma eventual denúncia.

Além de Bruno Henrique, outras nove pessoas, incluindo seu irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, também devem depor. O inquérito foi reaberto após novas provas da Polícia Federal, que indiciaram o jogador por fraudes e estelionato, com penas que variam de um a seis anos de prisão. A defesa já protocolou um pedido de arquivamento da investigação, alegando que a competência para o julgamento seria da Justiça Federal do Distrito Federal.

O STJD está finalizando um relatório sobre o caso e decidirá em breve se apresentará denúncia ou arquivará o processo. Enquanto isso, Bruno Henrique pode continuar jogando pelo Flamengo, já que não houve pedido de suspensão preventiva.

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