A Copa do Brasil feminina está de volta após nove anos, com 32 equipes competindo em um formato de mata-mata. O Juventude-SE venceu a fase preliminar e garantiu a participação de todas as federações. A primeira fase terá 16 jogos entre clubes da Série A3, enquanto os times da elite entram na terceira fase. A competição, que visa aumentar a visibilidade do futebol feminino no Brasil, terá um total de 65 clubes de várias divisões. As partidas da primeira fase acontecem entre quarta e quinta-feira, e os vencedores avançam para enfrentar equipes da Série A2 na segunda fase. A partir da terceira fase, os clubes da primeira divisão, como Corinthians e São Paulo, entram na disputa. A competição se estende até novembro, e a CBF ainda não anunciou a premiação para o time vencedor. O novo presidente da CBF, Samir Xaud, prometeu aumentar os investimentos no futebol feminino.
Após nove anos, a Copa do Brasil feminina retorna com 32 equipes em formato mata-mata. A competição começa nesta quarta-feira, com jogos únicos e possibilidade de decisão por pênaltis. O torneio visa aumentar a visibilidade e o investimento no futebol feminino no Brasil.
A fase preliminar foi vencida pelo Juventude-SE, garantindo a presença de todas as federações. A primeira fase contará com 16 confrontos entre clubes da Série A3, enquanto os times da elite nacional, como Corinthians e São Paulo, entrarão na terceira fase. A competição envolve um total de 65 clubes das três divisões e das 27 federações do país.
A maioria das equipes está concentrada no Sudeste, com 20 times, sendo metade deles originários de São Paulo. As regiões Nordeste e Norte têm 15 e 14 clubes, respectivamente, com predominância de equipes da terceira divisão. Os confrontos da primeira fase ocorrerão entre quarta e quinta-feira, com os classificados enfrentando as equipes da Série A2 na segunda fase, marcada para 11 de junho.
A treinadora do Grêmio, Thaissan Passos, destacou a importância do retorno da Copa do Brasil. Segundo ela, a competição oferece visibilidade a equipes fora dos grandes centros e contribui para o desenvolvimento do futebol feminino no país. Passos também ressaltou a necessidade de melhorar a competitividade dos torneios.
A Copa do Brasil feminina foi criada em mil novecentos e noventa e quatro, após a revogação de um decreto que proibia o futebol feminino. O Vasco foi o primeiro tricampeão, vencendo três das cinco primeiras edições. Atualmente, o clube passa por um processo de reestruturação e busca retornar à elite do futebol feminino.
Três times têm a chance de alcançar o tricampeonato nesta edição: Santos, Portuguesa e São José. O último campeão foi a parceria Audax/Corinthians, em dois mil e dezesseis. A CBF ainda não confirmou a premiação para a equipe vencedora e possíveis bônus para os demais times. O novo presidente da CBF, Samir Xaud, prometeu aumentar os investimentos e valorizar as competições femininas.
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