O Vasco da Gama venceu mais uma batalha judicial contra a 777 Partners, mantendo o controle da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do clube. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, por três votos a zero, que a liminar que suspende os poderes da 777 e devolve o controle ao Vasco continua válida. Essa decisão foi baseada em alegações de gestão inadequada por parte da 777, que não cumpriu obrigações financeiras e aumentou a dívida do clube. O presidente do Vasco, Pedrinho, e sua equipe seguem no comando da SAF, enquanto a 777 pode recorrer, mas não pode levar a questão ao Superior Tribunal de Justiça neste momento. O mérito da disputa ainda será analisado em primeira instância e também em uma arbitragem mediada pela Fundação Getúlio Vargas, onde as partes discutem questões relacionadas às ações da SAF. A decisão do tribunal é vista como um passo importante para a estabilidade do clube e para atrair novos investidores.
O Vasco da Gama obteve uma nova vitória judicial contra a 777 Partners nesta quarta-feira, ao ter a liminar que garante o controle da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) mantida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A decisão foi unânime, com três votos a zero, e negou o recurso da empresa americana, que alegava gestão inadequada.
A liminar, concedida em maio do ano passado, suspendeu os poderes da 777 sobre a SAF, devolvendo o comando ao clube associativo, presidido por Pedrinho. O vice-presidente jurídico do Vasco, Felipe Carregal, afirmou que a decisão reforça as alegações de gestão temerária da 777, que não honrou compromissos financeiros e aumentou a dívida do clube.
A decisão do TJ-RJ considera as evidências apresentadas pelo Vasco, que demonstram a gravidade das falhas na gestão da 777. O tribunal destacou que a empresa não cumpriu obrigações contratuais básicas, expondo o clube a riscos financeiros e institucionais. A 777 não pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) devido à natureza da decisão, mas o mérito da ação ainda será julgado em primeira instância.
Desdobramentos Futuros
O processo também segue na Câmara de Arbitragem da Fundação Getúlio Vargas, conforme estipulado no contrato entre as partes. A arbitragem foi suspensa entre julho e outubro do ano passado, mas foi retomada sem avanços significativos. A 777 recentemente impugnou o árbitro indicado pelo Vasco, alegando conflito de interesses.
A decisão do TJ-RJ traz estabilidade ao clube e fortalece sua posição nas negociações com investidores. O Vasco reafirmou seu compromisso com a defesa de sua história e valores, destacando a importância da gestão responsável da SAF.
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