O Fluminense se prepara para a Copa do Mundo de Clubes de 2023, que ocorrerá nos Estados Unidos. Torcedores compartilham suas histórias de sacrifícios e estratégias para acompanhar o time, revelando a paixão e a dedicação à equipe. Josué Soares Silva, motorista de aplicativo, conta que enfrentará voos com quase 20 horas de escalas e […]
O Fluminense se prepara para a Copa do Mundo de Clubes de 2023, que ocorrerá nos Estados Unidos. Torcedores compartilham suas histórias de sacrifícios e estratégias para acompanhar o time, revelando a paixão e a dedicação à equipe.
Josué Soares Silva, motorista de aplicativo, conta que enfrentará voos com quase 20 horas de escalas e não tem hospedagem garantida. Ele planeja usar um aplicativo de hotelaria gratuito e viajar apenas com uma mochila para economizar. “Vou ter que me virar no fast food”, afirma Josué, que também usará o uniforme da empresa para conseguir caronas.
Luma Queiroz, que não fala inglês, está determinada a acompanhar os três jogos da fase de grupos. Com orçamento apertado, ela busca caronas para viajar por terra e concilia a viagem com o trabalho, tendo convencido sua chefe a permitir home office. “Vou ter que procurar tomadas nos aeroportos para trabalhar”, diz Luma.
Gabriel, por sua vez, arrecadou dinheiro com uma rifa para financiar a viagem. Ele vendeu 150 números a R$ 20, totalizando cerca de R$ 3 mil, mas ainda precisou de um empréstimo para completar os custos. “Chamei de missão do Mundial”, explica Gabriel, que sonha em ver o Fluminense em campo.
Júlia Pinheiro, que já enfrentou desafios pessoais, promete retornar aos Estados Unidos para ajudar a torcida NY Flu. Com o apoio da mãe, ela planeja uma viagem sem muitos perrengues. “Ver o Flu jogar em outro país sempre foi um sonho distante”, afirma Júlia, animada com a oportunidade de acompanhar o time em uma competição internacional.
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