Informações falsas estão circulando nas redes sociais, dizendo que os Estados Unidos não vão mais sediar a Copa do Mundo de 2026 por causa de novas medidas imigratórias do presidente Donald Trump. No entanto, a FIFA confirmou que os EUA continuam como um dos anfitriões do torneio, junto com o Canadá e o México. Um vídeo viral sugeriu que a FIFA cancelou a Copa devido a essas políticas, afirmando que jogadores e torcedores estão preocupados com represálias, mas a FIFA não anunciou nenhuma mudança. Em suas redes sociais, a FIFA lembrou que faltam apenas um ano para o evento e reafirmou a participação dos EUA. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, também disse que a Copa de 2026 será a maior da história. A desinformação aumentou após Trump anunciar restrições à entrada de cidadãos de 12 países, mas não há evidências de que os EUA deixarão de ser sede. A FIFA se reuniu com Trump em março para discutir os preparativos e não divulgou informações sobre a retirada dos EUA como sede.
Informações falsas circulam nas redes sociais afirmando que os Estados Unidos não sediarão mais a Copa do Mundo de 2026 devido a novas medidas imigratórias do presidente Donald Trump. A FIFA, no entanto, confirmou que o país permanece como um dos anfitriões do torneio, ao lado de Canadá e México.
Recentemente, um vídeo que se tornou viral nas redes sociais alegou que a FIFA cancelou a Copa nos EUA por conta das políticas migratórias de Trump. A narração do vídeo sugere que jogadores e torcedores temem represálias, mesmo com vistos válidos, e que seleções já estariam considerando boicotar a competição. Contudo, a FIFA não fez nenhum anúncio oficial sobre mudanças na sede do evento.
Em seu perfil oficial no Instagram, a FIFA destacou que faltam apenas um ano para o início da competição, reafirmando a participação dos Estados Unidos como sede. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, também mencionou em um vídeo no TikTok que a Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, realizada em conjunto pelos três países.
A desinformação ganhou força após Trump anunciar restrições à entrada de cidadãos de 12 países, principalmente da África e do Oriente Médio. A medida foi criticada por organizações de direitos humanos, que a consideraram discriminatória. Apesar disso, não há registros de que os EUA deixarão de ser uma das sedes do torneio.
A FIFA se reuniu com Trump em março para discutir os preparativos para a Copa do Mundo de 2026, reafirmando o compromisso do governo norte-americano em sediar o evento. A entidade não publicou nenhuma informação sobre a retirada dos EUA como sede, e a imprensa nacional e internacional não noticiou tal possibilidade.
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